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9 Setembro, 2016

As ‘minhas’ lojas Bio no Porto

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As ‘minhas’ lojas Bio no Porto

Faz falta a Miosótis no Porto, é verdade. Eu adoro a Miosótis! Quando vivia em Lisboa não ia a outra loja. A última vez que fui à Miosótis, deixei lá este post-it. Mas a  verdade é que aqui no Porto já há muita oferta a nível de supermercados, mercearias e mercados bio. Não há um TÃO grande, tão completo e com preços tão bons como a Miosótis, mas não faltam lojas com produtos biológicos à venda.

Eu costumo ir à Ideal Bio, pela diversidade de oferta (e pelos preços, que são dos melhores no Porto). Fica numa zona central – perto da Casa da Música – e tem parque de estacionamento gratuito, o que é óptimo nessa zona. O staff é muito simpático e disponível e tem tudo: cereais e leguminosas a granel, produtos mercearia, congelados, pão, detergentes limpeza, produtos cosmética e higiene, ração para animais, produtos para bebé, frutas, legumes, vinhos e outras bebidas, ovos, iogurtes, uma secção só de produtos sem glúten, etc etc etc Alguns dos produtos – como cereais, leguminosas, frutas, legumes, etc – são importados, talvez pelos preços, não sei, por isso, como gosto de privilegiar os produtos nacionais (para mim faz sentido consumir local no local, por questões ambientais, de saúde e económicas), há certos artigos que não compro lá. Mas a maioria compro. Vou lá todas as semanas e já me sinto em casa.

A nível de cabazes de entrega ao domicílio, os Da quinta para a mesa são os melhor que já encontrei na relação qualidade-preço: 9 kg por apenas 10€. No entanto, só é possível substituir dois legumes e por feijão verde e/ou tomate e os produtos não são certificados. Tem loja física perto da Constituição, foi remodelada há umas semanas, já fui lá, e está muito gira.

Gosto também muito da Bio em casa – que abriu este ano uma loja na Rua do Campo Lindo. Tem sem dúvida muita qualidade e os produtos certificados. O cabaz mais pequeno – para 1 ou 2 pessoas – custa 15€. É bastante mais caro, mas vale a pena. À frente do projeto está um casal jovem amoroso. A encomenda faz-se online e é possível indicar o que se quer ou não (o que para mim é óptimo porque há vários legumes que não uso). Também é possível selecionar um cabaz só de legumes ou só de frutas ou misto. E ainda adicionar outros artigos, à parte, como pão, azeite, shiitake, sumos, ervas aromáticas,…

O cabaz Bio em Casa e... um Américo muito guloso (adora maçãs, brócolos e couve-flor)!

O cabaz Bio em Casa e… um Américo muito guloso (adora maçãs, brócolos e couve-flor)!

Outros espaços que gosto muito: Bio Mercado em Matosinhos (óptima relação qualidade preço), Suribachi (tem o melhor pão de arroz do mundo), Ervanário Portuense (pela proximidade e porque mesmo quando não há alguma coisa exposta, há sempre lá dentro), Celeiro (porque há um quase em qualquer esquina), Bio&Natural (porque está aberto ao domingo, é o único excepto o Celeiro, e tem muita oferta e levou os produtores locais para uma grande superfície comercial).

Não há motivos para não comprar produtos biológicos, quer comida, quer produtos de higiene e beleza, quer de limpeza,… até ração para cão e gato! Há imensas lojas no Porto e arredores – muito mais do que as que estão aqui. E também há a Próvida, que é representante e distribuidor em Portugal que milhares de produtos, que tem loja online. Por isso… É só mudar a ficha e começar a ir às compras unicamente a este tipo de lojas. A saúde e o ambiente agradecem! Para quem diz que é mais caro, há uns tempos fiz este desafio para a NIT: 21 dias de alimentação saudável e biológica por 150€, para duas pessoas. Está tudo aqui.

BiológicoMacrobióticaPorto

Diana Chiu Baptista

Acredito na Macrobiótica - que sigo desde que nasci - e estou a tentar viver de forma cada vez mais ética, sustentável, consciente e compassiva. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que querem uma experiência diferente, recheada de cultura, espiritualidade e partilha.

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Comentários(2)

  1. Bom dia.
    Excelente artigo, sem duvida vou visitar algumas das lojas sugeridas que ainda não conheço 🙂
    Aproveito só para sugerir o mercatu na foz do porto, não sei se conheces?
    Continua o bom trabalho 🙂

    Responder
    sami - 7 Abril, 2017
    1. Conheço, sim. Também gosto. 🙂

      Responder
      Diana Chiu Baptista - 20 Abril, 2017

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Sobre Mim

Diana Chiu Baptista

Diana Chiu Baptista

Acredito na Macrobiótica – que sigo desde que nasci - e estou a caminhar para uma vida cada vez mais consciente. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que procuram experiências potencialmente transformadoras. Estas viagens de grupo, mais realistas do que turísticas, são organizadas pela agência Macro Viagens e são lideradas por mim e pelo meu marido.

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  • Nos raros instantes em que conseguimos estar verdadeiramente conectados com a natureza, dissipam-se alguns véus e há uma sensação de preenchimento total junto ao coração, no local que algumas culturas, como a Tibetana, associam à mente. Nestes extraordinários momentos, temos laivos de um estado que se diz poder ser permanente. Temos vislumbres do que será poder permanecer, estável, e sem separação. Há uma sensação de união com o todo e com tudo, que dificilmente se explica por palavras e que facilmente se perde ao fim de alguns instantes. [Obrigada montanha, lagoa, árvores, pássaros, céu, nuvens, terra, ar,... obrigada a mim pela oportunidade de vivenciar estes vislumbres, ainda que por breves momentos.]
  • Kassapa desceu a montanha com a sua taça vazia e delicadamente colocou-se ao lado de um leproso que comia a sua refeição. O leproso, vendo o monge mendingante ao seu lado, ofereceu-lhe uma porção, colocando, com as mãos corroídas pela doença, comida na taça de Kassapa. Com a comida, caiu também um dedo do leproso, que se misturou na taça com os alimentos...
•
Num local próximo, Kassapa comeu a sua parte. Sem em momento algum ter sentido repugnância ou nojo. Kassapa comeu a parte que lhe foi oferecida, até ao ultimo grão de arroz.
•
Só aquele que aceita tudo o que lhe é oferecido - restos de comida, urina de vaca como medicamento, abrigo de baixo de uma árvore, roupa feita de retalhos -, está verdadeiramente feliz em qualquer lado e em qualquer circunstância. Possamos nós, também, um dia, aspirar a aceitar tudo o que nos é oferecido com um sorriso nos lábios e outro no coração. ✨
  • Temos mais um mês antes da chegada do próximo grupo que vai viajar com a @macro.viagens para a Índia. Um mês que seria, supostamente, para fazermos um retiro de silêncio no Centro Tushita e para, depois disso, finalizarmos o novo programa de viagem “Yoga e Ayurveda”.
Ficámos com muito trabalho pendente, o que não nos permite retirarmo-nos, pelo menos por agora; em Rishikesh há um surto de Dengue; no Sul ainda chove.
Então, para onde vamos? 
Decidimos ontem. Estamos agora no aeroporto.
O plano? De volta ao Sri Lanka!
🐘🌴🐒
•
[A impermanência pode ser maravilhosa. Pode mesmo ser o tempero da vida. Só depende de nós aceitarmos - ou não - que não controlamos nada. Nada, nada, nada. Nós não controlamos nada. Mas quanto mais julgarmos que o fazemos, mais vamos sofrer. Esse é um dos grandes ensinamentos da Índia: ninguém sabe como vai ser o momento seguinte, ninguém controla nada, mas está sempre tudo bem.]
  • Dukkha [o sofrimento] surge também quando a nossa mente toma algo - visível ou invisível - como permanente. Aqui - antes da montanha se manifestar como viva e vácua, rolando sob si mesma -, como agora, há uma sensação de continuidade estável. Ilusão. Tudo muda constantemente a cada instante, quer tenhamos, ou não, capacidade de entendimento para tal. É a natureza da realidade e nós somos parte integrante dela, não há separação. Não queremos morrer - nem sofrer! Mas vamos morrer - e sofrer! Daqui a uns anos, amanhã ou já neste instante. Prepararmo-nos para a morte, assim sendo, não deveria ser ‘A’ prioridade?! Nos momentos difíceis é fácil existir arrependimento por uma vida fútil ou insuficientemente profunda, nos fáceis adia-se a preparação. Até quando...?
  • Mais de 8 horas neste abrigo com uma fogueira alimentada a tábuas arrancadas de uma ponte que nos conduziu a uma remota aldeia nos Himalayas onde passámos 3 noites em casa de generosas famílias que nos receberam de braços abertos. Sem banho, nem roupa lavada, nem nada, imersos na vastidão da montanha, numa aldeia que poderia fazer parte de uma fábula. Vai ser difícil esquecer o som pavoroso das pedras e da terra a rolarem montanha a baixo e das buzinas dos carros que alertaram os outros aquando de alguns dos desmoronamentos. Espero que também não seja fácil esquecer todos os ensinamentos que daqui advieram. A viagem queria-se uma Peregrinação Budista, os ensinamentos teóricos e práticos não poderiam ter sido mais condizentes. Uma vida fácil amolece, estas situações são - ou podem ser - grandes mestres. 🏔 #Obrigada
•
P.S. Não há coincidências, o meu pior pesadelo dos sonhos maus de há anos, aconteceu. #Karma

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