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Macrobiótica, Família e Viagens
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15 Junho, 2018

Índia Sul 2019

Viagens
Índia Sul 2019

A viagem de grupo à Índia Budista da Macro Viagens vai ficar completa a qualquer momento (para quem não sabe, a Macro Viagens é uma agência digital especialista em viagens de grupo realistas para a Índia fundada por mim e pelo meu marido no ano passado)! Entretanto temos outros dois programas para a Índia, para Sul, que estão inscrições abertas, mas já só para 2019 (os grupos de 2018 já estão esgotados). Um dos grupos é para o programa original (Índia Sul + Ashram) e o outro é para um novo programa (Índia Sul + Ayurveda) que incluí, em vez do Ashram, alguns dias num Centro de Retiros Ayurveda, com tratamentos, consultas, massagens, yoga,…

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Por Diana Chiu Baptista
30 Maio, 2018

O que a Índia ensina #3: deitar cedo e cedo erguer.

Living
O que a Índia ensina #3: deitar cedo e cedo erguer.

Na Índia aprendi que a noite é para dormir e o dia é para estarmos activos. Que não há melhor do que respeitar o ritmo da natureza, adaptar ao Inverno e ao Verão e ter um horário diário que comece com o nascer do dia e termine com o pôr do sol. Claro que já sabia tudo isto, toda a gente ouve desde pequenino dizer que “deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer”, certo? É do senso comum o quão é importante acompanharmos o ritmo da natureza. Mas daí até SABER mesmo a sério… Durante a maior parte da minha vida adulta, a minha hora de acordar foi sempre definida consoante as actividades do dia seguinte. Ou seja, se tinha de trabalhar às 9:00, por exemplo, punha o despertador para as 7:00 (15 minutos para sair da cama, 1 hora para banho, vestir e pequeno-almoço e 15 minutos para deslocações). E lá ia eu, sempre a correr, às vezes sem tempo para fazer a cama ou lavar a louça do pequeno-almoço antes de sair de casa, por estar atrasada.

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Por Diana Chiu Baptista
25 Maio, 2018

Ser vegan e sobreviver no mundo lá fora :)

Living
Ser vegan e sobreviver no mundo lá fora :)

Fazer uma alimentação unicamente à base de produtos de origem vegetal, sem qualquer produto de origem animal (nem derivados), fora de casa, não é fácil. Vai daí, eu, que antes comia imensas vezes fora (e gostava de o fazer), actualmente vou almoçar ou jantar fora de casa apenas ocasionalmente. E normalmente quando o faço vou ao restaurante O Macrobiótico, que abriu há pouco tempo no Porto, e que é perfeito para mim: vegan e macro. Só é pena não ser 100% orgânico, aí sim, seria perfeito.

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Por Diana Chiu Baptista
23 Maio, 2018

Retiro individual: como foi?

Living
Retiro individual: como foi?

Quem me acompanha nas Stories do Instagram, poderá ter visto que estive alguns dias em retiro individual. Foi a primeira vez que o fiz – sozinha e por vontade própria. Há uns anos fui parar a um centro de retiro solitário na Tailândia, onde estive alguns dias, em que, para além do silêncio, era suposto que todos os movimentos fossem feitos câmara lenta. Era servida uma única refeição por dia, de madrugada, não havia contacto com ninguém… Foi difícil. Ainda por cima, fui lá parar sem saber ao certo para o que ia e, na altura, a minha prática era ainda mais limitada do que é hoje. Mas isso é são outras histórias.

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Por Diana Chiu Baptista
10 Maio, 2018

Peregrinação Budista à Índia – Setembro 2018

Viagens
Peregrinação Budista à Índia – Setembro 2018

Uma peregrinação Budista à Índia, com ensinamentos e prática c/ Paulo Borges, é esta a próxima viagem da Macro Viagens (14 a 30 de Setembro 2018). E é a minha viagem de sonho, por todos os motivos. Nas últimas semanas estive a preparar o programa desta viagem tão especial, que lancei anteontem. E se quase não acreditei que seria possível contar com a presença do Paulo Borges, a verdade é que tudo convergiu auspiciosamente nesse sentido e… vai mesmo acontecer!

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Por Diana Chiu Baptista
5 Maio, 2018

O que a Índia ensina #2: veganismo.

Alimentação
O que a Índia ensina #2: veganismo.

Tal como partilhei aqui no início de 2018, uma das minhas metas para este ano foi deixar por completo os poucos (achava eu) produtos de origem animal que ainda consumia. Desses produtos, faziam parte, acreditava eu, apenas queijo e ovos biológicos. Só que não. Para além de ingerir também alguns produtos de origem animal, sem pensar, escondidos em comidas não feitas por mim – natas, leite, manteiga e ovos não biológicos –, ainda existe todo um mundo de aditivos de origem animal, alguns deles – pasmem-se – usados em produtos de origem vegetal. Mas já lá vamos.

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Por Diana Chiu Baptista
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Diana Chiu Baptista

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Acredito na Macrobiótica – que sigo desde que nasci - e estou a caminhar para uma vida cada vez mais consciente. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que procuram experiências potencialmente transformadoras. Estas viagens de grupo, mais realistas do que turísticas, são organizadas pela agência Macro Viagens e são lideradas por mim e pelo meu marido.

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  • Nos raros instantes em que conseguimos estar verdadeiramente conectados com a natureza, dissipam-se alguns véus e há uma sensação de preenchimento total junto ao coração, no local que algumas culturas, como a Tibetana, associam à mente. Nestes extraordinários momentos, temos laivos de um estado que se diz poder ser permanente. Temos vislumbres do que será poder permanecer, estável, e sem separação. Há uma sensação de união com o todo e com tudo, que dificilmente se explica por palavras e que facilmente se perde ao fim de alguns instantes. [Obrigada montanha, lagoa, árvores, pássaros, céu, nuvens, terra, ar,... obrigada a mim pela oportunidade de vivenciar estes vislumbres, ainda que por breves momentos.]
  • Kassapa desceu a montanha com a sua taça vazia e delicadamente colocou-se ao lado de um leproso que comia a sua refeição. O leproso, vendo o monge mendingante ao seu lado, ofereceu-lhe uma porção, colocando, com as mãos corroídas pela doença, comida na taça de Kassapa. Com a comida, caiu também um dedo do leproso, que se misturou na taça com os alimentos...
•
Num local próximo, Kassapa comeu a sua parte. Sem em momento algum ter sentido repugnância ou nojo. Kassapa comeu a parte que lhe foi oferecida, até ao ultimo grão de arroz.
•
Só aquele que aceita tudo o que lhe é oferecido - restos de comida, urina de vaca como medicamento, abrigo de baixo de uma árvore, roupa feita de retalhos -, está verdadeiramente feliz em qualquer lado e em qualquer circunstância. Possamos nós, também, um dia, aspirar a aceitar tudo o que nos é oferecido com um sorriso nos lábios e outro no coração. ✨
  • Temos mais um mês antes da chegada do próximo grupo que vai viajar com a @macro.viagens para a Índia. Um mês que seria, supostamente, para fazermos um retiro de silêncio no Centro Tushita e para, depois disso, finalizarmos o novo programa de viagem “Yoga e Ayurveda”.
Ficámos com muito trabalho pendente, o que não nos permite retirarmo-nos, pelo menos por agora; em Rishikesh há um surto de Dengue; no Sul ainda chove.
Então, para onde vamos? 
Decidimos ontem. Estamos agora no aeroporto.
O plano? De volta ao Sri Lanka!
🐘🌴🐒
•
[A impermanência pode ser maravilhosa. Pode mesmo ser o tempero da vida. Só depende de nós aceitarmos - ou não - que não controlamos nada. Nada, nada, nada. Nós não controlamos nada. Mas quanto mais julgarmos que o fazemos, mais vamos sofrer. Esse é um dos grandes ensinamentos da Índia: ninguém sabe como vai ser o momento seguinte, ninguém controla nada, mas está sempre tudo bem.]
  • Dukkha [o sofrimento] surge também quando a nossa mente toma algo - visível ou invisível - como permanente. Aqui - antes da montanha se manifestar como viva e vácua, rolando sob si mesma -, como agora, há uma sensação de continuidade estável. Ilusão. Tudo muda constantemente a cada instante, quer tenhamos, ou não, capacidade de entendimento para tal. É a natureza da realidade e nós somos parte integrante dela, não há separação. Não queremos morrer - nem sofrer! Mas vamos morrer - e sofrer! Daqui a uns anos, amanhã ou já neste instante. Prepararmo-nos para a morte, assim sendo, não deveria ser ‘A’ prioridade?! Nos momentos difíceis é fácil existir arrependimento por uma vida fútil ou insuficientemente profunda, nos fáceis adia-se a preparação. Até quando...?
  • Mais de 8 horas neste abrigo com uma fogueira alimentada a tábuas arrancadas de uma ponte que nos conduziu a uma remota aldeia nos Himalayas onde passámos 3 noites em casa de generosas famílias que nos receberam de braços abertos. Sem banho, nem roupa lavada, nem nada, imersos na vastidão da montanha, numa aldeia que poderia fazer parte de uma fábula. Vai ser difícil esquecer o som pavoroso das pedras e da terra a rolarem montanha a baixo e das buzinas dos carros que alertaram os outros aquando de alguns dos desmoronamentos. Espero que também não seja fácil esquecer todos os ensinamentos que daqui advieram. A viagem queria-se uma Peregrinação Budista, os ensinamentos teóricos e práticos não poderiam ter sido mais condizentes. Uma vida fácil amolece, estas situações são - ou podem ser - grandes mestres. 🏔 #Obrigada
•
P.S. Não há coincidências, o meu pior pesadelo dos sonhos maus de há anos, aconteceu. #Karma

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