• Home
  • MACROBIÓTICA
  • RECEITAS
  • BELEZA NATURAL
  • FAMÍLIA
  • VIAGENS
  • LIVING
  • SOBRE MIM
I love bio - Macrobiótica, Família e Viagens I love bio - Macrobiótica, Família e Viagens
Macrobiótica, Família e Viagens
  • Home
  • Família
  • Bicos de Papagaio
26 Novembro, 2017

Bicos de Papagaio

Família
Bicos de Papagaio

[:pt]Já há algum tempo que sentia que ele tinha dores nas costas e até conseguia indicar o sítio exacto onde lhe doía, só de observar os sinais. E confirma-se: o Américo tem “Bicos de Papagaio”, diagnosticou anteontem o veterinário.

Se pudesse ficava com as dores dele. Mas sei que ele não mas dava. Temos os dois uma ligação especial, para lá do que as palavras podem contar. Às vezes parece que sinto o que ele sente. Infelizmente já conheci outros cães com “Bicos de Papagaio” e não é pêra doce.

 

_MG_4001

Do muito que pesquisei entretanto, cheguei às seguintes conclusões:

  • Colocar o comedouro e bebedouro mais alto, para não ter de se baixar;
  • Comprar uma porta daquelas que se usam para limitar o acesso ás escadas pelas crianças, para não descer a correr sempre que alguém chega a casa (e de cada vez, quase que se espatifa nas curvas);
  • Montar uma rampa de acesso ao sofá e à cama – não agora, mas se o problema piorar ou em fases que tenha mais dores;
  • Mudar a alimentação para comida crua (numa primeira fase estamos a mudar gradualmente para comida BARF congelada, da Natures Menu, e depois, numa segunda fase, será feita por nós, em casa, quando soubermos melhor quais os alimentos certos para ele e quais as quantidades diárias que deve ingerir);
  • Silicia e Glucosamina: ainda não sei se estes suplementos serão os mais indicados, nem que doses dar, mas estou a investigar.
  • Fortalecer os músculos, através de exercícios e fisioterapia (a pesquisar, também).

Se alguém tiver dicas naturais e/ou de mudança de estilo de vida que queira partilhar comigo, agradeço. Experiências também são muito bem-vindas. Assim como contactos de veterinários holisticos experientes (cá ou fora que possam dar consultas por Skype). O problema para já não é agudo, mas com o passar dos anos pode ficar. Não sou de baixar os braços. Se o Américo tem “Bicos de Papagaio”, cá estou eu pronta para fazer os possíveis e os impossíveis para que ele tenha a melhor qualidade de vida possível e para reverter, até, quem sabe, esta situação, através de mudança da alimentação e estilo de vida!

Alimentação Natural para CãesAméricoBicos de PapagaioDieta Barf

Diana Chiu Baptista

Acredito na Macrobiótica - que sigo desde que nasci - e estou a tentar viver de forma cada vez mais ética, sustentável, consciente e compassiva. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que querem uma experiência diferente, recheada de cultura, espiritualidade e partilha.

Posts relacionados

Leite vegetal para bebés (Kokkoh), amamentação e alimentação para bebés e crianças
15 Maio, 2017

Leite vegetal para bebés (Kokkoh), amamentação e alimentação para bebés e crianças

Parto natural em casa.
21 Setembro, 2016

Parto natural em casa.

Américo: o melhor cão do mundo!
7 Setembro, 2016

Américo: o melhor cão do mundo!

Intuir, esperar e acreditar!
17 Agosto, 2016

Intuir, esperar e acreditar!

Quarto Montessoriano
25 Julho, 2016

Quarto Montessoriano

Comentários(3)

  1. Ele é tão giro❤ Muita força para os dois!

    Responder
    mel - 11 Dezembro, 2017
  2. As melhoras para o américo!
    acho que estás a fazer muito bem por ele!
    bjs

    Responder
    paula - 30 Novembro, 2017
    1. Obrigada, Paula. <3

      Responder
      Diana Chiu Baptista - 2 Dezembro, 2017

Deixe uma resposta Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Sobre Mim

Diana Chiu Baptista

Diana Chiu Baptista

Acredito na Macrobiótica – que sigo desde que nasci - e estou a caminhar para uma vida cada vez mais consciente. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que procuram experiências potencialmente transformadoras. Estas viagens de grupo, mais realistas do que turísticas, são organizadas pela agência Macro Viagens e são lideradas por mim e pelo meu marido.

VIAJAR COMIGO

VIAJAR COMIGO

Sons da Índia

Parceiros

Pesquisar

Arquivo

Posts Populares

Intuir, esperar e acreditar!
Intuir, esperar e acreditar!
17 Agosto, 2016
Há produtos de beleza naturais que ‘funcionam’ mesmo?
Há produtos de beleza naturais que ‘funcionam’ mesmo?
14 Março, 2017
Eu fumo. Ou fumava. Ou estou a deixar de fumar.
Eu fumo. Ou fumava. Ou estou a deixar de fumar.
20 Julho, 2017
Viagem à Índia – Novembro 2017
Viagem à Índia – Novembro 2017
10 Abril, 2017
Esfregar o corpo com uma toalha quente
Esfregar o corpo com uma toalha quente
22 Setembro, 2016
Restaurantes vegetarianos, veganos e macrobióticos no Porto (e arredores)
Restaurantes vegetarianos, veganos e macrobióticos no Porto (e arredores)
26 Julho, 2016
Reflexão: Afinal, o que é saudável?
Reflexão: Afinal, o que é saudável?
8 Março, 2017
Couto: O dentífrico que evita afeções da boca é Vegan!
Couto: O dentífrico que evita afeções da boca é Vegan!
19 Agosto, 2016
São Miguel em 4 dias
São Miguel em 4 dias
4 Março, 2017
Quarto Montessoriano
Quarto Montessoriano
25 Julho, 2016

Instagram

  • Temos mais um mês antes da chegada do próximo grupo que vai viajar com a @macro.viagens para a Índia. Um mês que seria, supostamente, para fazermos um retiro de silêncio no Centro Tushita e para, depois disso, finalizarmos o novo programa de viagem “Yoga e Ayurveda”.
Ficámos com muito trabalho pendente, o que não nos permite retirarmo-nos, pelo menos por agora; em Rishikesh há um surto de Dengue; no Sul ainda chove.
Então, para onde vamos? 
Decidimos ontem. Estamos agora no aeroporto.
O plano? De volta ao Sri Lanka!
🐘🌴🐒
•
[A impermanência pode ser maravilhosa. Pode mesmo ser o tempero da vida. Só depende de nós aceitarmos - ou não - que não controlamos nada. Nada, nada, nada. Nós não controlamos nada. Mas quanto mais julgarmos que o fazemos, mais vamos sofrer. Esse é um dos grandes ensinamentos da Índia: ninguém sabe como vai ser o momento seguinte, ninguém controla nada, mas está sempre tudo bem.]
  • Dukkha [o sofrimento] surge também quando a nossa mente toma algo - visível ou invisível - como permanente. Aqui - antes da montanha se manifestar como viva e vácua, rolando sob si mesma -, como agora, há uma sensação de continuidade estável. Ilusão. Tudo muda constantemente a cada instante, quer tenhamos, ou não, capacidade de entendimento para tal. É a natureza da realidade e nós somos parte integrante dela, não há separação. Não queremos morrer - nem sofrer! Mas vamos morrer - e sofrer! Daqui a uns anos, amanhã ou já neste instante. Prepararmo-nos para a morte, assim sendo, não deveria ser ‘A’ prioridade?! Nos momentos difíceis é fácil existir arrependimento por uma vida fútil ou insuficientemente profunda, nos fáceis adia-se a preparação. Até quando...?
  • Mais de 8 horas neste abrigo com uma fogueira alimentada a tábuas arrancadas de uma ponte que nos conduziu a uma remota aldeia nos Himalayas onde passámos 3 noites em casa de generosas famílias que nos receberam de braços abertos. Sem banho, nem roupa lavada, nem nada, imersos na vastidão da montanha, numa aldeia que poderia fazer parte de uma fábula. Vai ser difícil esquecer o som pavoroso das pedras e da terra a rolarem montanha a baixo e das buzinas dos carros que alertaram os outros aquando de alguns dos desmoronamentos. Espero que também não seja fácil esquecer todos os ensinamentos que daqui advieram. A viagem queria-se uma Peregrinação Budista, os ensinamentos teóricos e práticos não poderiam ter sido mais condizentes. Uma vida fácil amolece, estas situações são - ou podem ser - grandes mestres. 🏔 #Obrigada
•
P.S. Não há coincidências, o meu pior pesadelo dos sonhos maus de há anos, aconteceu. #Karma
  • Estou a fazer uma rota budista, organizada por mim e pelo @igorchiu, com o Paulo Borges. Estamos no local onde Buddha atingiu a iluminação, amanhã vamos para Varanasi e a seguir para os Himalayas. Belisquem-me pf.
•
Que eu saiba aproveitar esta oportunidade para meu benefício e de todos os outros Seres, sem qualquer excepção. ✨
  • É preciso um certo período de adaptação à Índia, mesmo vindo cá  vezes e vezes sem conta. Como depois, no regresso a casa, é novamente preciso algum tempo de readaptação à falta de todo este caos de gente, de veículos, de animais, de cores, de cheiros e (até) de lixo. Na Índia é tudo MUITO. Só o espaço livre é que é pouco. E andar no meio de tudo isto com a mesma calma desta gente, requer alguma persistência e bastante flexibilidade. Ajuda a cor das roupas, das casas, das lojas, da comida. Ajuda a simpatia e os amigos que se fazem facilmente pelo caminho. Ajuda a espiritualidade tão presente na dia-a-dia. Já os murros no estômago, que levamos a cada virar de esquina, não ajudam nada. Mas até a isso a mente, tão mais moldável do que aquilo que imaginamos, se consegue habituar... Vir à Índia é ver a vida exactamente como ela é. A vida é assim - a nossa também. Hoje limpa, leve, confortável, amanhã suja, pesada, desconfortável. Hoje novos, amanhã velhos, não há feio, nem bonito. Somos todos iguais. A diferença é que na Índia está tudo à vista, à flor da pele deste país mágico.

Follow Me!

© 2016 - I love bio. All Rights Reserved.