• Home
  • MACROBIÓTICA
  • RECEITAS
  • BELEZA NATURAL
  • FAMÍLIA
  • VIAGENS
  • LIVING
  • SOBRE MIM
I love bio - Macrobiótica, Família e Viagens I love bio - Macrobiótica, Família e Viagens
Macrobiótica, Família e Viagens
  • Home
  • Living
  • Índia no Porto (restaurantes, mercearias e lojas)
5 Setembro, 2016

Índia no Porto (restaurantes, mercearias e lojas)

Living
Índia no Porto (restaurantes, mercearias e lojas)

Adoro gastronomia Indiana, cultura Indiana, roupas Indianas,… tudo. Adoro a Índia. Nunca pensei que algum dia fosse dizer isto, mas desde que fui à Índia pela primeira vez que adoro comida indiana – por mim comia Thali todos os dias! Antes não suportava nem o cheiro. Não consigo explicar como mudei, mas agora quantas mais especiarias e quanto mais picante for a comida, melhor me sabe! Tenho pena é que não exista nenhum restaurante Indiano biológico. É no entanto uma excelente alternativa para dias de festa e viagens: qualquer Indiano tem imensas opções vegetarianas e há sempre um em qualquer parte do mundo. 

Para quem não sabe, o Thali é uma refeição composta por uma seleção de vários pratos. Come-se com as mãos (ou colher) numa bandeja de metal com taças de metal pequenas. Qualquer restaurante na Índia tem. E no Nepal e outros países asiáticos também existe esta refeição. Em algumas regiões da Índia, o Thali é conhecido por Meal (nomeadamente em Mumbai e nos estados de Goa, Kerala e Karnataka). O Thali inclui sopa, dal, arroz, pickles, caril, chapati/rotis (pão), legumes, doce, iogurte,… e estão sempre a servir. É um prato muito barato, saboroso e diversificado. Segundo a tradição indiana, inclui os 6 sabores: doce, ácido, picante, amargo, salgado e adstringente. O Thali pode ser completamente vegetariano ou não. Na Índia os restaurantes estão divididos em Veg e Non Veg por isso é fácil. Está sempre mencionado à porta se é vegetariano ou não, em letras grandes.

Sabores da Índia

No Porto não há muita oferta a nível de restaurantes Indianos. Mas mesmo assim existem alguns.

Ontem fui pela primeira vez ao Real Indiana da Foz e gostei muito – tornou-se recentemente no meu preferido. A comida é boa, o espaço agradável e o atendimento muito simpático.

O restaurante Thali fica na baixa do Porto, tem uma excelente localização.

O Mendi é o restaurante Indiano mais antigo do Porto. Acho um pouco caro, mas as críticas são muito boas.

O Oriente no Porto é um restaurante Hare Krishna, cuja comida é inspirada na cozinha Ayurvédica. Tem uma loja com alguns produtos indianos (livros, bindis, roupa etc) e é muito agradável. Come-se em bandejas de metal, como na Índia, e tem uma esplanada muito simpática. No restaurante há sempre incenso a queimar e ouvem-se mantras.

Sons da Índia

A Rádio Festival tem um programa semanal sobre cultura, gastronomia e música Indiana. O “Sons do Oriente” e está no ar aos Domingos entre as 21h e as 22h e é feito por Bhogendra Chandracante, do restaurante Thali.

Aromas da Índia

Para além dos restaurantes, no Porto existem também lojas com produtos de alimentação típicos da Índia. No sábado conheci uma mercearia indiana, que fica entre a Batalha e a estação de S. Bento. Mal entrei parecia que estava na Índia! Tem produtos autênticos (especiarias, bebidas, cereais, leguminosas, chapati, etc etc), frutas e legumes e é frequentada por muitos Indianos que vivem cá. Quem quiser fazer um jantar temático, numa destas lojas encontra tudo o que precisa. Também existe outra, ainda que com menos oferta, mas cujo dono é mesmo muito simpático, na Rua do Bonjardim, perto do Metro da Trindade.

Na zona das artes, há uma loja muito bonita (a fotografia deste post é a porta da loja) com especiarias e ervas aromáticas Indianas, a Flor D’ Açafrão. Ao Sábado de manhã têm pão Naan fresquinho! A sobrinha da dona da loja, Kajal Ratanji, dá aulas de Dança Indiana e Bollywood na Dance4U (R. Brito e Cunha, 56 – Matosinhos – e Rua de Santa Catarina, 1557 – Porto). Já experimentei uma aula com ela, noutra academia, e adorei, vale mesmo a pena!

Outros artigos orientais

Na sexta-feira tinha ido à loja Tajmahal em Cedofeita, onde comprei uma pulseira de pé e mais bindis (trouxe mesmos muitos da Índia, mas alguns já perderam a cola). A Tajmahal é uma loja muito antiga de roupa, acessórios, tecidos e artigos orientais. Lembro-me dela desde sempre. O meu pai trabalhava perto da Rua de Cedofeita, por isso passei parte da minha infância naquela zona. Ia muitas vezes à Tajmahal comprar bijutaria. Desta vez fui lá saber se faziam Saris. Comprei um na Índia no início deste ano e a blusa ainda está por fazer  (compra-se o tecido e a blusa tem de ser feita à medida, como não tinha muito tempo no mesmo lugar, não fiz lá). No Tajmahal não fazem, mas o irmão do Sr. Baboo (com loja na mesma rua) faz. É sempre assim: um Indiano raramente não sabe ou não tem, arranja sempre uma solução. Ainda passei pela loja do irmão, mas estava fechada por almoço. Tenho de voltar lá.

Para quem não sabe o que são bindis, são pequenos ‘autocolantes‘ ou pinturas que as mulheres usam na Índia. Pode ser uma pinta vermelha ou decorado. Cola-se próximo das sobrancelhas, no meio, um pouco mais a cima, na terceira visão. Segundo a tradição, ajuda a clarividência. Antigamente era usado apenas pelas mulheres hindus, casadas, para proteger a família (era um símbolo de casamento, como a nossa aliança). Hoje em dia, passou a ser muito mais do que um artigo religioso, é um artigo decorativo feminino.

Este fim-de-semana foi realmente bastante Indiano, com uma visita a uma loja de roupas, mercearia e ontem jantar num restaurante. 🙂 Por isso mesmo, lembrei-me de partilhar os espaços Indianos que conheço no Porto. Se conhecerem outros (bons), deixem pf nos comentários.

Restaurantes Indianos

  • Portugandhi Rua do Bonjardim, 1143 – Porto
  • Real Indiana  Av. Montevideu, 26 (foz) – Porto
  • Thali | Aromas e sabores da Índia  Rua da Fábrica, 34 (baixa) – Porto
  • Oriente no Porto Rua de S. Miguel, 19 – Porto

Mercearias Indianas e lojas de especiarias

  • Flor D’Açafrão ***** Rua de Miguel Bombarda, 321 – Porto
  • Mercearia Indiana ***** Rua Cimo de Vila – Porto
  • Mercearia Indiana **** Rua do Bonjardim, 534 – Porto

Moda, acessórios e outros artigos orientais

  • Kajal **** Rua de Cedofeita, 309 – Porto
  • Manraj **** Rua de Cedofeita, 315 – Porto
  • Tajmahal ***** Rua de Cedofeita, 207 – Porto

[Artigo editado a 22 de Maio de 2017]

Escolas Dança Indiana PortoLojas IndianasPortoRestaurantes IndianosRestaurantes Indianos no PortoVegetarianismo

Diana Chiu Baptista

Acredito na Macrobiótica - que sigo desde que nasci - e estou a tentar viver de forma cada vez mais ética, sustentável, consciente e compassiva. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que querem uma experiência diferente, recheada de cultura, espiritualidade e partilha.

Posts relacionados

O que a Índia ensina #4: o sofrimento.
17 Julho, 2018

O que a Índia ensina #4: o sofrimento.

Um mar de plástico [e a culpa é de cada um de nós].
26 Junho, 2018

Um mar de plástico [e a culpa é de cada um de nós].

Festivais alternativos de Verão – 2018
21 Junho, 2018

Festivais alternativos de Verão – 2018

Pode-se dizer que já não sou fumadora.
19 Junho, 2018

Pode-se dizer que já não sou fumadora.

O que a Índia ensina #3: deitar cedo e cedo erguer.
30 Maio, 2018

O que a Índia ensina #3: deitar cedo e cedo erguer.

Ser vegan e sobreviver no mundo lá fora :)
25 Maio, 2018

Ser vegan e sobreviver no mundo lá fora :)

Comentários(5)

  1. O mesmo aconteceu comigo! para mim a solução foi começar a cozinhar comida indiana, sou vegetariana e quando faço pratos indianos sinto um conforto na alma. 🙂 se quiserem posso partilhar receitas o meu instagram id é dontask4salt . para roupas e acessorios compro tudo neste site : https://strandofsilk.com/ sou completamente apaixonada pelos saris, quem dera poder usar nos casamentos catolicos tambem. 🙂

    Responder
    Andreia Machado - 14 Novembro, 2017
    1. Partilhe sim, Andreia! As receitas são sempre bem-vindas, ainda para mais indianas (mham). 🙂 Um beijinho

      Responder
      Diana Chiu Baptista - 20 Novembro, 2017
  2. Obrigada PELA informação, estou à procura de sítios que vendam comida indiana. Tal como tu, não apreciava nada comida indiana, até ter ido recentemente à índia e ter adorado comer thali ao almoço e jantar. Agora tenho vontade de fazer esses pratos, nem que seja para fingir que estou LÁ outra vez!!:)

    Responder
    daniela - 22 Junho, 2017
    1. Exactamente como eu :)))

      Responder
      Diana Chiu Baptista - 1 Julho, 2017
  3. Não é um Comentário! era so para informar que tenho vários Artigos indianos para venda, de festas temáticas que organizámos. Também temos Pulseiras de Pés e mãos,Colares e outros artigos. Estamos sediados em Paços de Ferreira e se tiverem a disponibilidade de acederem ao link
    https://www.facebook.com/brikabastos/ poderão visualizar Videos e álbuns de Artigos Indianos. A Bijouteria ainda não está anunciada.
    Gratos pela atenção. BRIKABRAK

    Responder
    Anabela G. Bastos - 23 Maio, 2017

Deixe uma resposta Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Sobre Mim

Diana Chiu Baptista

Diana Chiu Baptista

Acredito na Macrobiótica – que sigo desde que nasci - e estou a caminhar para uma vida cada vez mais consciente. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que procuram experiências potencialmente transformadoras. Estas viagens de grupo, mais realistas do que turísticas, são organizadas pela agência Macro Viagens e são lideradas por mim e pelo meu marido.

VIAJAR COMIGO

VIAJAR COMIGO

Sons da Índia

Parceiros

Pesquisar

Arquivo

Posts Populares

Intuir, esperar e acreditar!
Intuir, esperar e acreditar!
17 Agosto, 2016
Há produtos de beleza naturais que ‘funcionam’ mesmo?
Há produtos de beleza naturais que ‘funcionam’ mesmo?
14 Março, 2017
Eu fumo. Ou fumava. Ou estou a deixar de fumar.
Eu fumo. Ou fumava. Ou estou a deixar de fumar.
20 Julho, 2017
Viagem à Índia – Novembro 2017
Viagem à Índia – Novembro 2017
10 Abril, 2017
Esfregar o corpo com uma toalha quente
Esfregar o corpo com uma toalha quente
22 Setembro, 2016
Restaurantes vegetarianos, veganos e macrobióticos no Porto (e arredores)
Restaurantes vegetarianos, veganos e macrobióticos no Porto (e arredores)
26 Julho, 2016
Reflexão: Afinal, o que é saudável?
Reflexão: Afinal, o que é saudável?
8 Março, 2017
Couto: O dentífrico que evita afeções da boca é Vegan!
Couto: O dentífrico que evita afeções da boca é Vegan!
19 Agosto, 2016
São Miguel em 4 dias
São Miguel em 4 dias
4 Março, 2017
Quarto Montessoriano
Quarto Montessoriano
25 Julho, 2016

Instagram

  • Temos mais um mês antes da chegada do próximo grupo que vai viajar com a @macro.viagens para a Índia. Um mês que seria, supostamente, para fazermos um retiro de silêncio no Centro Tushita e para, depois disso, finalizarmos o novo programa de viagem “Yoga e Ayurveda”.
Ficámos com muito trabalho pendente, o que não nos permite retirarmo-nos, pelo menos por agora; em Rishikesh há um surto de Dengue; no Sul ainda chove.
Então, para onde vamos? 
Decidimos ontem. Estamos agora no aeroporto.
O plano? De volta ao Sri Lanka!
🐘🌴🐒
•
[A impermanência pode ser maravilhosa. Pode mesmo ser o tempero da vida. Só depende de nós aceitarmos - ou não - que não controlamos nada. Nada, nada, nada. Nós não controlamos nada. Mas quanto mais julgarmos que o fazemos, mais vamos sofrer. Esse é um dos grandes ensinamentos da Índia: ninguém sabe como vai ser o momento seguinte, ninguém controla nada, mas está sempre tudo bem.]
  • Dukkha [o sofrimento] surge também quando a nossa mente toma algo - visível ou invisível - como permanente. Aqui - antes da montanha se manifestar como viva e vácua, rolando sob si mesma -, como agora, há uma sensação de continuidade estável. Ilusão. Tudo muda constantemente a cada instante, quer tenhamos, ou não, capacidade de entendimento para tal. É a natureza da realidade e nós somos parte integrante dela, não há separação. Não queremos morrer - nem sofrer! Mas vamos morrer - e sofrer! Daqui a uns anos, amanhã ou já neste instante. Prepararmo-nos para a morte, assim sendo, não deveria ser ‘A’ prioridade?! Nos momentos difíceis é fácil existir arrependimento por uma vida fútil ou insuficientemente profunda, nos fáceis adia-se a preparação. Até quando...?
  • Mais de 8 horas neste abrigo com uma fogueira alimentada a tábuas arrancadas de uma ponte que nos conduziu a uma remota aldeia nos Himalayas onde passámos 3 noites em casa de generosas famílias que nos receberam de braços abertos. Sem banho, nem roupa lavada, nem nada, imersos na vastidão da montanha, numa aldeia que poderia fazer parte de uma fábula. Vai ser difícil esquecer o som pavoroso das pedras e da terra a rolarem montanha a baixo e das buzinas dos carros que alertaram os outros aquando de alguns dos desmoronamentos. Espero que também não seja fácil esquecer todos os ensinamentos que daqui advieram. A viagem queria-se uma Peregrinação Budista, os ensinamentos teóricos e práticos não poderiam ter sido mais condizentes. Uma vida fácil amolece, estas situações são - ou podem ser - grandes mestres. 🏔 #Obrigada
•
P.S. Não há coincidências, o meu pior pesadelo dos sonhos maus de há anos, aconteceu. #Karma
  • Estou a fazer uma rota budista, organizada por mim e pelo @igorchiu, com o Paulo Borges. Estamos no local onde Buddha atingiu a iluminação, amanhã vamos para Varanasi e a seguir para os Himalayas. Belisquem-me pf.
•
Que eu saiba aproveitar esta oportunidade para meu benefício e de todos os outros Seres, sem qualquer excepção. ✨
  • É preciso um certo período de adaptação à Índia, mesmo vindo cá  vezes e vezes sem conta. Como depois, no regresso a casa, é novamente preciso algum tempo de readaptação à falta de todo este caos de gente, de veículos, de animais, de cores, de cheiros e (até) de lixo. Na Índia é tudo MUITO. Só o espaço livre é que é pouco. E andar no meio de tudo isto com a mesma calma desta gente, requer alguma persistência e bastante flexibilidade. Ajuda a cor das roupas, das casas, das lojas, da comida. Ajuda a simpatia e os amigos que se fazem facilmente pelo caminho. Ajuda a espiritualidade tão presente na dia-a-dia. Já os murros no estômago, que levamos a cada virar de esquina, não ajudam nada. Mas até a isso a mente, tão mais moldável do que aquilo que imaginamos, se consegue habituar... Vir à Índia é ver a vida exactamente como ela é. A vida é assim - a nossa também. Hoje limpa, leve, confortável, amanhã suja, pesada, desconfortável. Hoje novos, amanhã velhos, não há feio, nem bonito. Somos todos iguais. A diferença é que na Índia está tudo à vista, à flor da pele deste país mágico.

Follow Me!

© 2016 - I love bio. All Rights Reserved.