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18 Agosto, 2016

Leituras de verão. Ou de qualquer outra estação.

Livros
Leituras de verão. Ou de qualquer outra estação.

Este post é sobre alguns dos meus livros preferidos. Não são livros leves, como costumam ser as leituras de verão. São livros bons e que acrescentam alguma coisa. Perder tempo com livros para entreter, não é a minha praia. A diferença é que muitas vezes no verão há mais tempo para ler – daí o título do post. São leituras de verão, mas podiam ser de inverno. E podem ser levados para fora, nas férias – alguns livros existem em edições de bolso.

Estes cinco livros estão à venda em qualquer livraria (desde a Fnac, passando pela Bertrand, até às livrarias mais pequeninas). E há livros a partir de 5,95€ (o mais caro não chega aos 20,00€). Os temas são completamente diversificados. Gostei de todos eles! E todos acrescentam algo. Se tiverem outras boas sugestões, deixem nos comentários. 

O Profeta – Khalil Gibran (pvp. 6,00€)

Sinopse: O Profeta é a obra mais representativa do poeta e pintor libanês Khalil Gibran (1883-1931), na qual se refletem os sonhos mais altos do Autor. A primeira versão, escrita por Khalil Gibran aos 15 anos, em árabe, foi sendo remodelada e ampliada até à publicação definitiva, em inglês, em 1924. Nela, o Autor trata os temas de todos os dias, desde o amor à morte, com a elegância e a originalidade só possíveis aos corações mais depurados dos lugares comuns do quotidiano. Anselm Grün, monge e uma autoridade reconhecida nos domínios da vida espiritual, propõe nesta obra o método dos monges da Igreja antiga para lidar com os sentimentos negativos: opor-lhes uma breve frase bíblica libertadora, que permite seguir em frente.

Os alimentos também curam – Francisco Varatojo (pvp. 17,50€)

Sinopse: Com mais de 50 receitas macrobióticas e 40 remédios caseiros, este é um guia essencial que nos explica que a cura pode estar ao alcance de um simples alimento. Para nos alimentarmos, perdemo-nos nas prateleiras dos supermercados, entre embalagens coloridas e slogans tentadores. Quantas vezes, para nos curarmos de um pequeno problema de saúde, não corremos para o médico ou para o hospital, ávidos de uma resposta rápida? A alimentação e o estilo de vida são os nossos remédios primários e mais preventivos. A Natureza e, particularmente, os alimentos que nos são fornecidos por ela são a nossa farmácia essencial: – A couve-lombarda na sopa, assim como o aumento do consumo de vegetais redondos, são ótimos para debelar as dores de estômago. – O uso regular de arroz integral pode ser um precioso auxiliar no tratamento da diabetes. – Se for asmático, evite o consumo excessivo de líquidos; – Os vegetais verdes de rama, cozinhados ao vapor, ou o chá de cenoura com rábano são poderosos aliados no tratamento da pneumonia. – No caso das crianças, o sumo de maçã morno pode ajudar a combater a febre, enquanto o chá de feijão azuki é importante, por exemplo, para tratar as otites. Estes são alguns dos ensinamentos de Francisco Varatojo, diretor do Instituto Macrobiótico Português e autor de Mente Sã, Corpo São, nosa apresenta neste livro essencial que nos leva por uma viagem pelo nosso corpo, redescobrindo os órgãos que dele fazem parte e as suas funções, e que nos permite perceber que a cura pode estar ao alcance de todos, se dedicarmos algum do nosso tempo a conhecermo-nos bem por dentro e a compreender o poder de alimentos fundamentais para termos uma vida com mais qualidade.

Intimidade – Osho (pvp. 7,00€)

Sinopse: As relações de curta duração são cada vez mais comuns numa sociedade como a nossa, que pouco a pouco se vai afastando das suas raízes e da estrutura familiar tradicional e aceita cada vez mais abertamente o sexo livre. Mas ao mesmo tempo vai surgindo a ideia de que nos falta alguma coisa. Falta-nos intimidade. Ser íntimo de alguém implica expor os nossos sentimentos e vulnerabilidades mais profundos, na esperança de que o outro os trate com carinho. A intimidade é um risco – um risco que só poderemos correr se tivermos força para confiar no outro. Neste livro, um guia sensível e cheio de compaixão, Osho conduz o leitor passo a passo pela via da intimidade, mostrando o que ela tem de assustador e ensinando o leitor a enfrentar esse temor, a ultrapassá-lo e a construir relações baseadas na abertura e na confiança.

Conversas com animais – Marta Sofia Guerreiro (pvp. 14,90€)

Sinopse: Lembra-se do dia em que recebeu o seu animal de estimação? Talvez não se recorde, mas ele certamente lembra-se. Foi então que ele decidiu cuidar de si, dedicar-lhe a vida, absorver as suas angústias, medos e alegrias. E muitas vezes, quando o levou ao veterinário, se calhar não sabia que na verdade o seu cão (ou gato) estavam a atrair para eles próprios as suas doenças, para que você se curasse… Nem todas as pessoas têm essa percepção. Mas Marta Sofia Guerreiro sabe-o bem. Ela é médica veterinária, formou-se com distinção, durante 7 anos exerceu a medicina (e a cirurgia) que lhe ensinaram na universidade. Até que certo dia descobriu ter um poder diferente: conseguia ouvir os animais, perceber o que lhes ia na alma. Marta receitava os remédios da praxe, ou até podia sugerir uma operação. Mas percebia agora que o diagnóstico era outro, mais profundo, e reflectia uma depressão do dono, um filho com problemas ou desavenças em casa… As Minhas Conversas com Animais é um livro corajoso, revelador, de uma veterinária que ouve a voz dos animais, e através deles descobriu o significado do verdadeiro amor. E é também um livro sobre si, porque ao aprender mais sobre o seu fiel amigo vai receber deles ensinamentos valiosos, que lhe mudarão a vida para sempre.

Siddhartha: um poema indiano – Hermann Hesse (pvp. 5,95€)

Sinopse: Siddhartha, filho de um brâmane, nasceu na Índia no século VI a.C. Passa a infância e a juventude isolado das misérias do mundo, gozando uma existência calma e contemplativa. A certa altura, porém, abdica da vida luxuosa, protegida, e parte em peregrinação pelo país, onde a pobreza e o sofrimento eram regra. Na sua longa viagem existencial, Siddhartha experimenta de tudo, usufruindo tanto as maravilhas do sexo, quanto o jejum absoluto. Entre os intensos prazeres e as privações extremas, termina por descobrir «o caminho do meio», libertando-se dos apelos dos sentidos e encontrando a paz interior. Em páginas de rara beleza, Siddhartha descreve sensações e impressões como raramente se consegue. Lê-lo é deixar-se fluir como o rio onde Siddhartha aprende que o importante é saber escutar com perfeição.

Se já leram algum – ou alguns – destes livros, gostava de saber o que acharam (deixem nos comentários). Outras sugestões são MUITO bem-vindas.

Francisco VaratojoHermann HesseKhalil GibranLivrosOsho

Diana Chiu Baptista

Acredito na Macrobiótica - que sigo desde que nasci - e estou a tentar viver de forma cada vez mais ética, sustentável, consciente e compassiva. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que querem uma experiência diferente, recheada de cultura, espiritualidade e partilha.

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One Comentários

  1. Também já não me contento com livros de entreter a mente e passar o tempo, ultimamente foi-me dado a conhecer outros livros que me têm feito pensar no que me rodeia, na forma de estar na vida e mudar a
    forma como pensava…(esta parte tem sido uma batalha diária)
    “conversas com deus” de Neale Donald Walsch não são livros religiosos, muito pelo contrário….mas que muda tudo como sempre pensámos.
    “a saga de um pensador” de Augusto Cury muito interessante esta história de um rapaz de anatomia e um mendigo!

    Responder
    Paula - 10 Maio, 2017

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Diana Chiu Baptista

Diana Chiu Baptista

Acredito na Macrobiótica – que sigo desde que nasci - e estou a caminhar para uma vida cada vez mais consciente. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que procuram experiências potencialmente transformadoras. Estas viagens de grupo, mais realistas do que turísticas, são organizadas pela agência Macro Viagens e são lideradas por mim e pelo meu marido.

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  • Nos raros instantes em que conseguimos estar verdadeiramente conectados com a natureza, dissipam-se alguns véus e há uma sensação de preenchimento total junto ao coração, no local que algumas culturas, como a Tibetana, associam à mente. Nestes extraordinários momentos, temos laivos de um estado que se diz poder ser permanente. Temos vislumbres do que será poder permanecer, estável, e sem separação. Há uma sensação de união com o todo e com tudo, que dificilmente se explica por palavras e que facilmente se perde ao fim de alguns instantes. [Obrigada montanha, lagoa, árvores, pássaros, céu, nuvens, terra, ar,... obrigada a mim pela oportunidade de vivenciar estes vislumbres, ainda que por breves momentos.]
  • Kassapa desceu a montanha com a sua taça vazia e delicadamente colocou-se ao lado de um leproso que comia a sua refeição. O leproso, vendo o monge mendingante ao seu lado, ofereceu-lhe uma porção, colocando, com as mãos corroídas pela doença, comida na taça de Kassapa. Com a comida, caiu também um dedo do leproso, que se misturou na taça com os alimentos...
•
Num local próximo, Kassapa comeu a sua parte. Sem em momento algum ter sentido repugnância ou nojo. Kassapa comeu a parte que lhe foi oferecida, até ao ultimo grão de arroz.
•
Só aquele que aceita tudo o que lhe é oferecido - restos de comida, urina de vaca como medicamento, abrigo de baixo de uma árvore, roupa feita de retalhos -, está verdadeiramente feliz em qualquer lado e em qualquer circunstância. Possamos nós, também, um dia, aspirar a aceitar tudo o que nos é oferecido com um sorriso nos lábios e outro no coração. ✨
  • Temos mais um mês antes da chegada do próximo grupo que vai viajar com a @macro.viagens para a Índia. Um mês que seria, supostamente, para fazermos um retiro de silêncio no Centro Tushita e para, depois disso, finalizarmos o novo programa de viagem “Yoga e Ayurveda”.
Ficámos com muito trabalho pendente, o que não nos permite retirarmo-nos, pelo menos por agora; em Rishikesh há um surto de Dengue; no Sul ainda chove.
Então, para onde vamos? 
Decidimos ontem. Estamos agora no aeroporto.
O plano? De volta ao Sri Lanka!
🐘🌴🐒
•
[A impermanência pode ser maravilhosa. Pode mesmo ser o tempero da vida. Só depende de nós aceitarmos - ou não - que não controlamos nada. Nada, nada, nada. Nós não controlamos nada. Mas quanto mais julgarmos que o fazemos, mais vamos sofrer. Esse é um dos grandes ensinamentos da Índia: ninguém sabe como vai ser o momento seguinte, ninguém controla nada, mas está sempre tudo bem.]
  • Dukkha [o sofrimento] surge também quando a nossa mente toma algo - visível ou invisível - como permanente. Aqui - antes da montanha se manifestar como viva e vácua, rolando sob si mesma -, como agora, há uma sensação de continuidade estável. Ilusão. Tudo muda constantemente a cada instante, quer tenhamos, ou não, capacidade de entendimento para tal. É a natureza da realidade e nós somos parte integrante dela, não há separação. Não queremos morrer - nem sofrer! Mas vamos morrer - e sofrer! Daqui a uns anos, amanhã ou já neste instante. Prepararmo-nos para a morte, assim sendo, não deveria ser ‘A’ prioridade?! Nos momentos difíceis é fácil existir arrependimento por uma vida fútil ou insuficientemente profunda, nos fáceis adia-se a preparação. Até quando...?
  • Mais de 8 horas neste abrigo com uma fogueira alimentada a tábuas arrancadas de uma ponte que nos conduziu a uma remota aldeia nos Himalayas onde passámos 3 noites em casa de generosas famílias que nos receberam de braços abertos. Sem banho, nem roupa lavada, nem nada, imersos na vastidão da montanha, numa aldeia que poderia fazer parte de uma fábula. Vai ser difícil esquecer o som pavoroso das pedras e da terra a rolarem montanha a baixo e das buzinas dos carros que alertaram os outros aquando de alguns dos desmoronamentos. Espero que também não seja fácil esquecer todos os ensinamentos que daqui advieram. A viagem queria-se uma Peregrinação Budista, os ensinamentos teóricos e práticos não poderiam ter sido mais condizentes. Uma vida fácil amolece, estas situações são - ou podem ser - grandes mestres. 🏔 #Obrigada
•
P.S. Não há coincidências, o meu pior pesadelo dos sonhos maus de há anos, aconteceu. #Karma

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