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6 Setembro, 2016

Mousse de Cacau, Bolacha e Morangos (Vegan!)

Receitas
Mousse de Cacau, Bolacha e Morangos (Vegan!)

Na semana passada tive cá em casa alguns amigos para jantar. Não costumo fazer sobremesas (aliás, nem sei fazer quase nada), mas desta vez tinha de ser.

Há uns meses (agora que penso nisso, já foi quase há um ano) comprei o livro de receitas da Marta Horta Varatojo. Na altura emprestei o livro a uma amiga, depois a outra e só agora o tive de volta. É um livro óptimo porque tem várias receitas (e fáceis) e começa com uma introdução e explicação muito completa sobre macrobiótica. Recomendo vivamente.

Então, lembrei-me do livro e fui procurar uma receita. Mousse de Cacau e Laranja… Mhmmm pareceu-me bem. Fiz, segui todos os passos, e ficou bem. 

No sábado tive outro jantar e resolvi fazer uma parte da receita (a da Mousse sem laranja) e inventar o resto. E gostei! Não é muito doce – para quem está habituado a sobremesas muito doces pode não gostar -, mas ficou saboroso. E com bom ar porque os olhos também comem (e é verdade, tudo o que leve cacau e morangos fica sempre óptimo).

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Mousse de Cacau com Bolacha e Morangos

Serve 10

  • 1 l bebida de soja
  • 2 c. de sopa de ágar-ágar em pó (ou 4 se for em flocos)
  • 2 c. de sopa rasas de amido de milho
  • 1 c. de sopa de cacau em pó
  • 100 g de chocolate preto
  • 300 g de geleia de arroz
  • 1 pitada de sal marinho
  • Pepitas de cacau cru a gosto
  • 10 bolachas de aveia integrais
  • Morangos frescos a gosto
  • Hortelã

Tempo de confeção: 15 minutos | Tempo de preparação: 3 horas.

Todos os ingredientes biológicos.

Comecei por aquecer o leite de soja e depois juntar ágar-ágar, o amido de milho, o cacau, uma pitada de sal e a geleia de arroz. Sem ferver em chama média, sempre a mexer com a colher de pau, durante 5 minutos. Depois juntei o chocolate, aumentei o lume até ferver, mexendo sempre. Cozinhei mais 5 minutos em lume médio.
Verti o preparado numa taça grande e coloquei no frigorífico por 2 ou 3 horas (até ficar frio).
A seguir, tirei do frigorífico, passei com a varinha mágica, até obter uma mousse.
Desfiz as bolachas de aveia com um almofariz até ficarem esmigalhadas e coloquei no fundo de outra taça grande. Verti por cima a mousse, polvilhei com as pepitas de cacau cru e decorei com morangos partidos em quatro e umas folhinhas de hortelã. Levei novamente ao frigorífico e ficou pronto a comer!
MacrobióticaMarta Horta VaratojoReceitasSobremesas Vegan

Diana Chiu Baptista

Acredito na Macrobiótica - que sigo desde que nasci - e estou a tentar viver de forma cada vez mais ética, sustentável, consciente e compassiva. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que querem uma experiência diferente, recheada de cultura, espiritualidade e partilha.

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Acredito na Macrobiótica – que sigo desde que nasci - e estou a caminhar para uma vida cada vez mais consciente. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que procuram experiências potencialmente transformadoras. Estas viagens de grupo, mais realistas do que turísticas, são organizadas pela agência Macro Viagens e são lideradas por mim e pelo meu marido.

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  • Temos mais um mês antes da chegada do próximo grupo que vai viajar com a @macro.viagens para a Índia. Um mês que seria, supostamente, para fazermos um retiro de silêncio no Centro Tushita e para, depois disso, finalizarmos o novo programa de viagem “Yoga e Ayurveda”.
Ficámos com muito trabalho pendente, o que não nos permite retirarmo-nos, pelo menos por agora; em Rishikesh há um surto de Dengue; no Sul ainda chove.
Então, para onde vamos? 
Decidimos ontem. Estamos agora no aeroporto.
O plano? De volta ao Sri Lanka!
🐘🌴🐒
•
[A impermanência pode ser maravilhosa. Pode mesmo ser o tempero da vida. Só depende de nós aceitarmos - ou não - que não controlamos nada. Nada, nada, nada. Nós não controlamos nada. Mas quanto mais julgarmos que o fazemos, mais vamos sofrer. Esse é um dos grandes ensinamentos da Índia: ninguém sabe como vai ser o momento seguinte, ninguém controla nada, mas está sempre tudo bem.]
  • Dukkha [o sofrimento] surge também quando a nossa mente toma algo - visível ou invisível - como permanente. Aqui - antes da montanha se manifestar como viva e vácua, rolando sob si mesma -, como agora, há uma sensação de continuidade estável. Ilusão. Tudo muda constantemente a cada instante, quer tenhamos, ou não, capacidade de entendimento para tal. É a natureza da realidade e nós somos parte integrante dela, não há separação. Não queremos morrer - nem sofrer! Mas vamos morrer - e sofrer! Daqui a uns anos, amanhã ou já neste instante. Prepararmo-nos para a morte, assim sendo, não deveria ser ‘A’ prioridade?! Nos momentos difíceis é fácil existir arrependimento por uma vida fútil ou insuficientemente profunda, nos fáceis adia-se a preparação. Até quando...?
  • Mais de 8 horas neste abrigo com uma fogueira alimentada a tábuas arrancadas de uma ponte que nos conduziu a uma remota aldeia nos Himalayas onde passámos 3 noites em casa de generosas famílias que nos receberam de braços abertos. Sem banho, nem roupa lavada, nem nada, imersos na vastidão da montanha, numa aldeia que poderia fazer parte de uma fábula. Vai ser difícil esquecer o som pavoroso das pedras e da terra a rolarem montanha a baixo e das buzinas dos carros que alertaram os outros aquando de alguns dos desmoronamentos. Espero que também não seja fácil esquecer todos os ensinamentos que daqui advieram. A viagem queria-se uma Peregrinação Budista, os ensinamentos teóricos e práticos não poderiam ter sido mais condizentes. Uma vida fácil amolece, estas situações são - ou podem ser - grandes mestres. 🏔 #Obrigada
•
P.S. Não há coincidências, o meu pior pesadelo dos sonhos maus de há anos, aconteceu. #Karma
  • Estou a fazer uma rota budista, organizada por mim e pelo @igorchiu, com o Paulo Borges. Estamos no local onde Buddha atingiu a iluminação, amanhã vamos para Varanasi e a seguir para os Himalayas. Belisquem-me pf.
•
Que eu saiba aproveitar esta oportunidade para meu benefício e de todos os outros Seres, sem qualquer excepção. ✨
  • É preciso um certo período de adaptação à Índia, mesmo vindo cá  vezes e vezes sem conta. Como depois, no regresso a casa, é novamente preciso algum tempo de readaptação à falta de todo este caos de gente, de veículos, de animais, de cores, de cheiros e (até) de lixo. Na Índia é tudo MUITO. Só o espaço livre é que é pouco. E andar no meio de tudo isto com a mesma calma desta gente, requer alguma persistência e bastante flexibilidade. Ajuda a cor das roupas, das casas, das lojas, da comida. Ajuda a simpatia e os amigos que se fazem facilmente pelo caminho. Ajuda a espiritualidade tão presente na dia-a-dia. Já os murros no estômago, que levamos a cada virar de esquina, não ajudam nada. Mas até a isso a mente, tão mais moldável do que aquilo que imaginamos, se consegue habituar... Vir à Índia é ver a vida exactamente como ela é. A vida é assim - a nossa também. Hoje limpa, leve, confortável, amanhã suja, pesada, desconfortável. Hoje novos, amanhã velhos, não há feio, nem bonito. Somos todos iguais. A diferença é que na Índia está tudo à vista, à flor da pele deste país mágico.

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