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14 Setembro, 2016

Quantos litros de água devemos beber por dia?

Macrobiótica
Quantos litros de água devemos beber por dia?

[:pt]Não existe uma fórmula para todas as condições, estados de saúde, estilos de vida, regiões do mundo, estações do ano,… Tudo varia consoante diversos fatores – que nem sequer esses são estanques -, quer internos, quer externos ao Ser Humano. Por isso, uma recomendação generalista que indique que beber 1 ou 2 ou (até) 3 litros de água por dia faz bem, não pode ser equilibrada, nem acertada.

A quantidade de água que cada um precisa de beber diariamente varia consoante aquilo que come,  a atividade física que tem, o clima da região onde está, o estado de saúde presente, a condição física, idade, sexo, peso, etc. Quem faz uma alimentação à base de produtos integrais, leguminosas, legumes e frutas – com uso moderado de sal, e isenta de produtos artificiais, quimicamente processados e sem produtos animais -, que inclua chá e sopa diariamente, não precisa de beber muita água. A água está presente em todos esses alimentos e isso também conta – e muito. Para disso, tem menos toxinas e impurezas para limpar. Sobrecarregar os rins, não é de todo benéfico para a saúde. O consumo excessivo de água prejudica a saúde a diversos níveis. Incluindo também sobrecarga do sistema circulatório. 

Para além disso, se todos os Seres Humanos bebessem 2 litros de água por dia, será que ao fim de algum tempo haveria no Mundo água potável para todos?! Não sei, mas parece-me que não. E porque é que de entre todos os mamíferos, somos os únicos que forçam “beber água”…? Os outros animais bebem quando têm sede.

A quantidade de água que cada um deve beber por dia varia de pessoa para pessoa, mas é fácil definir (havendo um estado de saúde normal, claro), tendo em conta a sede. Para isso é que existe esse alarme, a sede. O segredo é fazer uma alimentação o mais natural possível – à base de produtos naturais -, mastigar os líquidos e beber os sólidos e escutar o corpo, bebendo quando se tem sede (sem forçar).

Já que falamos de água: a água que consumimos deve ser mais alcalina do que ácida, a nível de PH, deve ser superior a 7. A da Serra de Monchique tem um PH de 9,5! É uma água com propriedades únicas em todo o mundo (no próximo post falo mais deste tema).

*** Comentários: Quem estiver a usar o Chrome e quiser deixar um comentário, terá de abrir este post com o Internet Explorer e, aí sim, comentar. O blog está com um bug que não deixa comentar no Chrome. ***

[:en]Não existe uma fórmula para todas as condições, estados de saúde, estilos de vida, regiões do mundo, estações do ano,… Tudo varia consoante diversos fatores – que nem sequer esses são estanques -, quer internos, quer externos ao Ser Humano. Por isso, uma recomendação generalista que indique que beber 1 ou 2 ou (até) 3 litros de água por dia faz bem, não pode ser equilibrada, nem acertada.

A quantidade de água que cada um precisa de beber diariamente varia consoante aquilo que come,  a atividade física que tem, o clima da região onde está, o estado de saúde presente, a condição física, idade, sexo, peso, etc. Quem faz uma alimentação à base de produtos integrais, leguminosas, legumes e frutas – com uso moderado de sal, e isenta de produtos artificiais, quimicamente processados e sem produtos animais -, que inclua chá e sopa diariamente, não precisa de beber muita água. A água está presente em todos esses alimentos e isso também conta – e muito. Para disso, tem menos toxinas e impurezas para limpar. Sobrecarregar os rins, não é de todo benéfico para a saúde. O consumo excessivo de água prejudica a saúde a diversos níveis. Incluindo também sobrecarga do sistema circulatório.

Para além disso, se todos os Seres Humanos bebessem 2 litros de água por dia, será que ao fim de algum tempo haveria no Mundo água potável para todos?! Não sei, mas parece-me que não. E porque é que de entre todos os mamíferos, somos os únicos que forçam “beber água”…? Os outros animais bebem quando têm sede.

A quantidade de água que cada um deve beber por dia varia de pessoa para pessoa, mas é fácil definir (havendo um estado de saúde normal, claro), tendo em conta a sede. Para isso é que existe esse alarme, a sede. O segredo é fazer uma alimentação o mais natural possível – à base de produtos naturais -, mastigar os líquidos e beber os sólidos e escutar o corpo, bebendo quando se tem sede (sem forçar).

Já que falamos de água: a água que consumimos deve ser mais alcalina do que ácida, a nível de PH, deve ser superior a 7. A da Serra de Monchique tem um PH de 9,5! É uma água com propriedades únicas em todo o mundo (no próximo post falo mais deste tema).

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ÁguaAlimentaçãoMitosSaúde

Diana Chiu Baptista

Acredito na Macrobiótica - que sigo desde que nasci - e estou a tentar viver de forma cada vez mais ética, sustentável, consciente e compassiva. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que querem uma experiência diferente, recheada de cultura, espiritualidade e partilha.

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Diana Chiu Baptista

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Acredito na Macrobiótica – que sigo desde que nasci - e estou a caminhar para uma vida cada vez mais consciente. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que procuram experiências potencialmente transformadoras. Estas viagens de grupo, mais realistas do que turísticas, são organizadas pela agência Macro Viagens e são lideradas por mim e pelo meu marido.

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  • Temos mais um mês antes da chegada do próximo grupo que vai viajar com a @macro.viagens para a Índia. Um mês que seria, supostamente, para fazermos um retiro de silêncio no Centro Tushita e para, depois disso, finalizarmos o novo programa de viagem “Yoga e Ayurveda”.
Ficámos com muito trabalho pendente, o que não nos permite retirarmo-nos, pelo menos por agora; em Rishikesh há um surto de Dengue; no Sul ainda chove.
Então, para onde vamos? 
Decidimos ontem. Estamos agora no aeroporto.
O plano? De volta ao Sri Lanka!
🐘🌴🐒
•
[A impermanência pode ser maravilhosa. Pode mesmo ser o tempero da vida. Só depende de nós aceitarmos - ou não - que não controlamos nada. Nada, nada, nada. Nós não controlamos nada. Mas quanto mais julgarmos que o fazemos, mais vamos sofrer. Esse é um dos grandes ensinamentos da Índia: ninguém sabe como vai ser o momento seguinte, ninguém controla nada, mas está sempre tudo bem.]
  • Dukkha [o sofrimento] surge também quando a nossa mente toma algo - visível ou invisível - como permanente. Aqui - antes da montanha se manifestar como viva e vácua, rolando sob si mesma -, como agora, há uma sensação de continuidade estável. Ilusão. Tudo muda constantemente a cada instante, quer tenhamos, ou não, capacidade de entendimento para tal. É a natureza da realidade e nós somos parte integrante dela, não há separação. Não queremos morrer - nem sofrer! Mas vamos morrer - e sofrer! Daqui a uns anos, amanhã ou já neste instante. Prepararmo-nos para a morte, assim sendo, não deveria ser ‘A’ prioridade?! Nos momentos difíceis é fácil existir arrependimento por uma vida fútil ou insuficientemente profunda, nos fáceis adia-se a preparação. Até quando...?
  • Mais de 8 horas neste abrigo com uma fogueira alimentada a tábuas arrancadas de uma ponte que nos conduziu a uma remota aldeia nos Himalayas onde passámos 3 noites em casa de generosas famílias que nos receberam de braços abertos. Sem banho, nem roupa lavada, nem nada, imersos na vastidão da montanha, numa aldeia que poderia fazer parte de uma fábula. Vai ser difícil esquecer o som pavoroso das pedras e da terra a rolarem montanha a baixo e das buzinas dos carros que alertaram os outros aquando de alguns dos desmoronamentos. Espero que também não seja fácil esquecer todos os ensinamentos que daqui advieram. A viagem queria-se uma Peregrinação Budista, os ensinamentos teóricos e práticos não poderiam ter sido mais condizentes. Uma vida fácil amolece, estas situações são - ou podem ser - grandes mestres. 🏔 #Obrigada
•
P.S. Não há coincidências, o meu pior pesadelo dos sonhos maus de há anos, aconteceu. #Karma
  • Estou a fazer uma rota budista, organizada por mim e pelo @igorchiu, com o Paulo Borges. Estamos no local onde Buddha atingiu a iluminação, amanhã vamos para Varanasi e a seguir para os Himalayas. Belisquem-me pf.
•
Que eu saiba aproveitar esta oportunidade para meu benefício e de todos os outros Seres, sem qualquer excepção. ✨
  • É preciso um certo período de adaptação à Índia, mesmo vindo cá  vezes e vezes sem conta. Como depois, no regresso a casa, é novamente preciso algum tempo de readaptação à falta de todo este caos de gente, de veículos, de animais, de cores, de cheiros e (até) de lixo. Na Índia é tudo MUITO. Só o espaço livre é que é pouco. E andar no meio de tudo isto com a mesma calma desta gente, requer alguma persistência e bastante flexibilidade. Ajuda a cor das roupas, das casas, das lojas, da comida. Ajuda a simpatia e os amigos que se fazem facilmente pelo caminho. Ajuda a espiritualidade tão presente na dia-a-dia. Já os murros no estômago, que levamos a cada virar de esquina, não ajudam nada. Mas até a isso a mente, tão mais moldável do que aquilo que imaginamos, se consegue habituar... Vir à Índia é ver a vida exactamente como ela é. A vida é assim - a nossa também. Hoje limpa, leve, confortável, amanhã suja, pesada, desconfortável. Hoje novos, amanhã velhos, não há feio, nem bonito. Somos todos iguais. A diferença é que na Índia está tudo à vista, à flor da pele deste país mágico.

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