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10 Setembro, 2017

Há um Hotel para Bonsais no Porto

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Há um Hotel para Bonsais no Porto

O título deste post não é a brincar, há mesmo um Hotel para Bonsais no Porto. Já o conheço há uns anos – já deixei lá os vários Bonsais que fui tendo, incluindo o Budhi, o meu primeiro Bonsai. Hoje voltei lá para deixar o Joaquim de férias (ele chama-se mesmo Joaquim, sim – não queríamos que o Américo se sentisse sozinho, sendo o único cá em casa que não é gente e tem nome de pessoa). Como o Joaquim é muito grande (tem mais de 1 metro de altura e é bastante pesado), é um bocado complicado pedir a alguém que fique com ele quando vamos para fora. Isto porque é preciso pegar nele de cada vez que é necessário regar (como é muito grande e não pode ficar no exterior, se não o levarmos para a varanda ou terraço enquanto o regamos, a água sai por baixo e molha o chão todo). Podíamos pôr um prato por baixo, é certo, mas ele não pede ter água em baixo, pelo que nos disseram. Para além disso, os Bonsais são muito sensíveis e com profissionais por perto, é garantido que volta para casa mais verdinho do que foi. Isto já para não falar que acho sempre […]

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Por Diana Chiu Baptista
9 Setembro, 2016

As ‘minhas’ lojas Bio no Porto

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As ‘minhas’ lojas Bio no Porto

Faz falta a Miosótis no Porto, é verdade. Eu adoro a Miosótis! Quando vivia em Lisboa não ia a outra loja. A última vez que fui à Miosótis, deixei lá este post-it. Mas a  verdade é que aqui no Porto já há muita oferta a nível de supermercados, mercearias e mercados bio. Não há um TÃO grande, tão completo e com preços tão bons como a Miosótis, mas não faltam lojas com produtos biológicos à venda. Eu costumo ir à Ideal Bio, pela diversidade de oferta (e pelos preços, que são dos melhores no Porto). Fica numa zona central – perto da Casa da Música – e tem parque de estacionamento gratuito, o que é óptimo nessa zona.

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Por Diana Chiu Baptista
8 Setembro, 2016

Uma esplanada encantada na baixa do Porto!

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Uma esplanada encantada na baixa do Porto!

Esta esplanada fica na mercearia O Pretinho do Japão (de 1947), que se transformou há quase dois anos numa mercearia fina, e que abriu este ano uma esplanada maravilhosa, nas traseiras. É um refúgio no meio da cidade onde gosto muito de estar. Aqui é possível comer, ler um livro, ouvir música, beber um bom chá (de infusão) ou um copo de vinho. Fica na Rua do Bonjardim, perto do Metro da Trindade, e por fora ninguém diria o jardim encantado que tem nas traseiras. 

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Por Diana Chiu Baptista
5 Setembro, 2016

Índia no Porto (restaurantes, mercearias e lojas)

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Índia no Porto (restaurantes, mercearias e lojas)

Adoro gastronomia Indiana, cultura Indiana, roupas Indianas,… tudo. Adoro a Índia. Nunca pensei que algum dia fosse dizer isto, mas desde que fui à Índia pela primeira vez que adoro comida indiana – por mim comia Thali todos os dias! Antes não suportava nem o cheiro. Não consigo explicar como mudei, mas agora quantas mais especiarias e quanto mais picante for a comida, melhor me sabe! Tenho pena é que não exista nenhum restaurante Indiano biológico. É no entanto uma excelente alternativa para dias de festa e viagens: qualquer Indiano tem imensas opções vegetarianas e há sempre um em qualquer parte do mundo. 

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Por Diana Chiu Baptista
26 Julho, 2016

Restaurantes vegetarianos, veganos e macrobióticos no Porto (e arredores)

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Restaurantes vegetarianos, veganos e macrobióticos no Porto (e arredores)

Aqui encontram todos os restaurantes vegetarianos, veganos e macrobióticos que conheço na zona do Porto. Alguns ainda não tive oportunidade de experimentar, muitos ia frequentemente antes de deixar de comer derivados de produtos de origem animal (agora é mais difícil comer fora e tenho aproveitado para fazer uma alimentação ainda mais consciente, maioritariamente em casa, sendo quase a única excepção O Macrobiótico, que é macro e vegan). Esta lista inclui também take aways, associações e outros espaços alternativos, cafés e cafetarias, restaurantes vegetarianos com opções não-vegetarianas e restaurantes com boas opções vegetarianas. Sobre esta última categoria, só incluo restaurantes que conheço. Isto porque há milhares de restaurantes com opções vegetarianas, mas muitos não passam de saladas, tostas de queijo e tomate ou legumes grelhados. Se tiverem algum espaço a acrescentar ou alguma rectificação a fazer, pf deixem essa informação nos comentários. Esta lista só inclui Porto, Vila Nova de Gaia, Maia, Gondomar e Matosinhos.

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Por Diana Chiu Baptista

Sobre Mim

Diana Chiu Baptista

Diana Chiu Baptista

Acredito na Macrobiótica – que sigo desde que nasci - e estou a caminhar para uma vida cada vez mais consciente. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que procuram experiências potencialmente transformadoras. Estas viagens de grupo, mais realistas do que turísticas, são organizadas pela agência Macro Viagens e são lideradas por mim e pelo meu marido.

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  • Nos raros instantes em que conseguimos estar verdadeiramente conectados com a natureza, dissipam-se alguns véus e há uma sensação de preenchimento total junto ao coração, no local que algumas culturas, como a Tibetana, associam à mente. Nestes extraordinários momentos, temos laivos de um estado que se diz poder ser permanente. Temos vislumbres do que será poder permanecer, estável, e sem separação. Há uma sensação de união com o todo e com tudo, que dificilmente se explica por palavras e que facilmente se perde ao fim de alguns instantes. [Obrigada montanha, lagoa, árvores, pássaros, céu, nuvens, terra, ar,... obrigada a mim pela oportunidade de vivenciar estes vislumbres, ainda que por breves momentos.]
  • Kassapa desceu a montanha com a sua taça vazia e delicadamente colocou-se ao lado de um leproso que comia a sua refeição. O leproso, vendo o monge mendingante ao seu lado, ofereceu-lhe uma porção, colocando, com as mãos corroídas pela doença, comida na taça de Kassapa. Com a comida, caiu também um dedo do leproso, que se misturou na taça com os alimentos...
•
Num local próximo, Kassapa comeu a sua parte. Sem em momento algum ter sentido repugnância ou nojo. Kassapa comeu a parte que lhe foi oferecida, até ao ultimo grão de arroz.
•
Só aquele que aceita tudo o que lhe é oferecido - restos de comida, urina de vaca como medicamento, abrigo de baixo de uma árvore, roupa feita de retalhos -, está verdadeiramente feliz em qualquer lado e em qualquer circunstância. Possamos nós, também, um dia, aspirar a aceitar tudo o que nos é oferecido com um sorriso nos lábios e outro no coração. ✨
  • Temos mais um mês antes da chegada do próximo grupo que vai viajar com a @macro.viagens para a Índia. Um mês que seria, supostamente, para fazermos um retiro de silêncio no Centro Tushita e para, depois disso, finalizarmos o novo programa de viagem “Yoga e Ayurveda”.
Ficámos com muito trabalho pendente, o que não nos permite retirarmo-nos, pelo menos por agora; em Rishikesh há um surto de Dengue; no Sul ainda chove.
Então, para onde vamos? 
Decidimos ontem. Estamos agora no aeroporto.
O plano? De volta ao Sri Lanka!
🐘🌴🐒
•
[A impermanência pode ser maravilhosa. Pode mesmo ser o tempero da vida. Só depende de nós aceitarmos - ou não - que não controlamos nada. Nada, nada, nada. Nós não controlamos nada. Mas quanto mais julgarmos que o fazemos, mais vamos sofrer. Esse é um dos grandes ensinamentos da Índia: ninguém sabe como vai ser o momento seguinte, ninguém controla nada, mas está sempre tudo bem.]
  • Dukkha [o sofrimento] surge também quando a nossa mente toma algo - visível ou invisível - como permanente. Aqui - antes da montanha se manifestar como viva e vácua, rolando sob si mesma -, como agora, há uma sensação de continuidade estável. Ilusão. Tudo muda constantemente a cada instante, quer tenhamos, ou não, capacidade de entendimento para tal. É a natureza da realidade e nós somos parte integrante dela, não há separação. Não queremos morrer - nem sofrer! Mas vamos morrer - e sofrer! Daqui a uns anos, amanhã ou já neste instante. Prepararmo-nos para a morte, assim sendo, não deveria ser ‘A’ prioridade?! Nos momentos difíceis é fácil existir arrependimento por uma vida fútil ou insuficientemente profunda, nos fáceis adia-se a preparação. Até quando...?
  • Mais de 8 horas neste abrigo com uma fogueira alimentada a tábuas arrancadas de uma ponte que nos conduziu a uma remota aldeia nos Himalayas onde passámos 3 noites em casa de generosas famílias que nos receberam de braços abertos. Sem banho, nem roupa lavada, nem nada, imersos na vastidão da montanha, numa aldeia que poderia fazer parte de uma fábula. Vai ser difícil esquecer o som pavoroso das pedras e da terra a rolarem montanha a baixo e das buzinas dos carros que alertaram os outros aquando de alguns dos desmoronamentos. Espero que também não seja fácil esquecer todos os ensinamentos que daqui advieram. A viagem queria-se uma Peregrinação Budista, os ensinamentos teóricos e práticos não poderiam ter sido mais condizentes. Uma vida fácil amolece, estas situações são - ou podem ser - grandes mestres. 🏔 #Obrigada
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P.S. Não há coincidências, o meu pior pesadelo dos sonhos maus de há anos, aconteceu. #Karma

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