Estamos a todo o momento a tempo de começar de novo e um novo ano pode ser mais um incentivo. Eu, tendencialmente, não gosto de resoluções de ano novo, mas este ano senti que fazia sentido, nestes primeiros dias do ano, reflectir sobre as minhas intenções para 2018. O destino já estava definido – trabalhar para uma vida mais ética, consciente e compassiva -, mas os meus grandes desafios foram ficando cada vez mais e mais claros. Se houvesse um tema anual para cada pessoa, o meu deste ano seria sem dúvida “o ano de cultivar a consciência”. Tem-se tornado cada vez mais evidente a importância de trabalhar para estar lúcida em cada acção. Claro que 1 ano não bastará – nem um bilião -, é um trabalho contínuo, que já foi iniciado, mas que precisa de muita continuidade e de força e perseverança.
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2017 está quase a terminar e, para mim, um ano novo é sempre uma boa oportunidade de mudança. Tal como o é o regresso a casa depois de umas férias transformadoras ou, pode ser, até, cada amanhecer. Fui sempre uma verdadeira profissional das listas. Desde muito pequena que fazia listas e mais listas daquilo que queria mudar em mim (desde defeitos, até hábitos, até circunstâncias ao meu alcance). A maioria ficou por cumprir e acho, até, que se hoje recuperasse essas listas que fiz aos 9 ou 10 anos, talvez encontrasse algumas coisas que ficaram por mudar e que ainda fazem sentido, por incrível que pareça. Muitas outras, fui conseguindo alterar ao longo do tempo. Algumas com muito esforço, outras lentamente, com o passar dos anos, quase sem me aperceber. Outras, ainda, de rompante, como foi com o tabaco.