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11 Outubro, 2017

Tailândia: a segunda semana

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Tailândia: a segunda semana

Dia 8 – Chiang Rai Hoje fomos jantar ao mercado local e, como as vendedoras não falam quase nada de inglês, levamos – para lhes mostrar – um papel escrito em Thai com o seguinte: “Somos vegetarianos. Não comemos carne, nem peixe, nem ovos, nem marisco. Comemos noodles, vegetais e arroz”. Correu tudo bem, um papel escrito na língua local evita muitos mal entendidos. Não sei porque é que num país Budista, a tradição vegetariana não é maior. A verdade é que temos encontrado sempre comida vegetariana, mas na maioria das vezes só a pedido ou em locais turísticos. Não há barraquinhas locais vegetarianas, pelo contrário, come-se de todo o tipo de seres por aqui (em algumas aldeias até cão…). Temos comido quase sempre os mesmos pratos, versão vegetariana:

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Por Diana Chiu Baptista
3 Outubro, 2017

Tailândia: os primeiros 7 dias

Viagens
Tailândia: os primeiros 7 dias

Já estou há mais de duas semanas a viajar pela Tailândia e ainda vou ficar mais uns dias por cá. Não é a minha primeira vez na Terra dos Sorrisos, é a terceira, aliás. Tenho visitado alguns locais repetidos, mas outros são completamente novos. No Facebook e no Instagram tenho publicado muitos momentos desta viagem e tenho feito um post diário com algumas reflexões. Em viagem tenho sempre mais tempo e disponibilidade mental para reflectir e para escrever. Se não me estão a acompanhar nas Redes Sociais (ou estão, mas querem reler), neste post encontram uma compilação dos primeiros 7 dias na terra dos sorrisos. 🙂

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Por Diana Chiu Baptista
11 Setembro, 2017

Tailândia aqui vou eu!

Viagens
Tailândia aqui vou eu!

Daqui a uma semana, a esta hora, vou estar provavelmente a pensar onde é que vou jantar… em Bangkok! Yeah! Estou tão feliz. O que mais gosto de fazer é de, sem dúvida, viajar. Então se for para a Ásia, a sensação é incrível. Fui à Tailândia pela primeira vez em 2009 e depois voltei em 2012. Parece que foi ontem, mas na verdade já passaram 5 anos desde a última vez. Gosto muito da Tailândia, foi o primeiro país que conheci para aqueles lados e pelo qual me apaixonei completamente. Aquela viagem – o meu primeiro mochilão – marcou-me profundamente e fez com que a minha visão das férias e das viagens mudasse completamente. 

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Por Diana Chiu Baptista
17 Agosto, 2017

Viagem à Índia – Fevereiro 2018

Viagens
Viagem à Índia – Fevereiro 2018

[VIAGEM COMPLETA, MAIS DATAS E PROGRAMAS EM WWW.MACROVIAGENS.PT] Depois de ter lançado a viagem de grupo de Novembro 2017 à Índia – país pelo qual me apaixonei completamente e onde já estive por diversas vezes em viagens independentes -, estou agora a organizar uma nova edição, com o mesmo itinerário! De 15 a 27 de Fevereiro, vou conduzir um pequeno grupo por Mumbai e Kerala. Uma viagem planeada para que os participantes tenham uma real experiência da Índia Sul, mas para que possam também desfrutar de muitos momentos idílicos, sem pressas. Vamos contactar com as populações locais, com diferentes religiões, saborear comida tradicional e vamos dormir uma noite a bordo de um comboio indiano. Mas vamos também passar alguns dias numa praia paradisíaca – como já existem poucas tão serenas e limpas na Índia -, vamos apreciar a tranquilidade das Backwaters de Kollam e ter tempo para desfrutar e praticar Yoga e Meditação. Para além disso, temos a possibilidade de abraçar e conhecer uma verdadeira guru Indiana e participar nos rituais de um Ashram.

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Por Diana Chiu Baptista
3 Maio, 2017

Dicas de viagem para o Vietname

Viagens
Dicas de viagem para o Vietname

Estão a pensar viajar para o Vietname de forma independente? Se sim, este post pode ser útil. Se não, também é interessante viajar através das palavras (eu pelo menos, viajo imenso). Como ainda está tudo fresquinho na minha memória, nada melhor do que partilhar já algumas dicas, antes que me esqueça dos detalhes (sou perita nisso). O Vietname não é o meu país preferido (a Índia ocupa todo o meu coração), mas gostei mesmo muito de conhecer e recomendo vivamente. Não como primeiro país Asiático a conhecer, mas como um país por onde vale a pena passar algumas semanas.

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Por Diana Chiu Baptista
2 Maio, 2017

Good morning Vietnam

Viagens
Good morning Vietnam

Cheguei ontem do Vietname. Uma viagem que fui partilhando nas Redes Sociais, por aqui e por aqui.  Já estou recuperada do jetlag (dormi das 7 da tarde de ontem às 6 da manhã e o dia de hoje está a ser bastante produtivo). À ida, custou-me muito a adaptar ao novo horário e não é costume. Talvez porque mal cheguei ao Vietname, depois de uma viagem de 22 horas, com uma escala de 7h30 em Istambul pelo meio, dormi apenas uma noite em Hanoi e no dia seguinte fiz duas viagens de 4 horas de camioneta, uma viagem de barco em Halong Bay e passei a noite em cabine de comboio, rumo a Sapa.

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Por Diana Chiu Baptista
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Diana Chiu Baptista

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Acredito na Macrobiótica – que sigo desde que nasci - e estou a caminhar para uma vida cada vez mais consciente. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que procuram experiências potencialmente transformadoras. Estas viagens de grupo, mais realistas do que turísticas, são organizadas pela agência Macro Viagens e são lideradas por mim e pelo meu marido.

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  • Temos mais um mês antes da chegada do próximo grupo que vai viajar com a @macro.viagens para a Índia. Um mês que seria, supostamente, para fazermos um retiro de silêncio no Centro Tushita e para, depois disso, finalizarmos o novo programa de viagem “Yoga e Ayurveda”.
Ficámos com muito trabalho pendente, o que não nos permite retirarmo-nos, pelo menos por agora; em Rishikesh há um surto de Dengue; no Sul ainda chove.
Então, para onde vamos? 
Decidimos ontem. Estamos agora no aeroporto.
O plano? De volta ao Sri Lanka!
🐘🌴🐒
•
[A impermanência pode ser maravilhosa. Pode mesmo ser o tempero da vida. Só depende de nós aceitarmos - ou não - que não controlamos nada. Nada, nada, nada. Nós não controlamos nada. Mas quanto mais julgarmos que o fazemos, mais vamos sofrer. Esse é um dos grandes ensinamentos da Índia: ninguém sabe como vai ser o momento seguinte, ninguém controla nada, mas está sempre tudo bem.]
  • Dukkha [o sofrimento] surge também quando a nossa mente toma algo - visível ou invisível - como permanente. Aqui - antes da montanha se manifestar como viva e vácua, rolando sob si mesma -, como agora, há uma sensação de continuidade estável. Ilusão. Tudo muda constantemente a cada instante, quer tenhamos, ou não, capacidade de entendimento para tal. É a natureza da realidade e nós somos parte integrante dela, não há separação. Não queremos morrer - nem sofrer! Mas vamos morrer - e sofrer! Daqui a uns anos, amanhã ou já neste instante. Prepararmo-nos para a morte, assim sendo, não deveria ser ‘A’ prioridade?! Nos momentos difíceis é fácil existir arrependimento por uma vida fútil ou insuficientemente profunda, nos fáceis adia-se a preparação. Até quando...?
  • Mais de 8 horas neste abrigo com uma fogueira alimentada a tábuas arrancadas de uma ponte que nos conduziu a uma remota aldeia nos Himalayas onde passámos 3 noites em casa de generosas famílias que nos receberam de braços abertos. Sem banho, nem roupa lavada, nem nada, imersos na vastidão da montanha, numa aldeia que poderia fazer parte de uma fábula. Vai ser difícil esquecer o som pavoroso das pedras e da terra a rolarem montanha a baixo e das buzinas dos carros que alertaram os outros aquando de alguns dos desmoronamentos. Espero que também não seja fácil esquecer todos os ensinamentos que daqui advieram. A viagem queria-se uma Peregrinação Budista, os ensinamentos teóricos e práticos não poderiam ter sido mais condizentes. Uma vida fácil amolece, estas situações são - ou podem ser - grandes mestres. 🏔 #Obrigada
•
P.S. Não há coincidências, o meu pior pesadelo dos sonhos maus de há anos, aconteceu. #Karma
  • Estou a fazer uma rota budista, organizada por mim e pelo @igorchiu, com o Paulo Borges. Estamos no local onde Buddha atingiu a iluminação, amanhã vamos para Varanasi e a seguir para os Himalayas. Belisquem-me pf.
•
Que eu saiba aproveitar esta oportunidade para meu benefício e de todos os outros Seres, sem qualquer excepção. ✨
  • É preciso um certo período de adaptação à Índia, mesmo vindo cá  vezes e vezes sem conta. Como depois, no regresso a casa, é novamente preciso algum tempo de readaptação à falta de todo este caos de gente, de veículos, de animais, de cores, de cheiros e (até) de lixo. Na Índia é tudo MUITO. Só o espaço livre é que é pouco. E andar no meio de tudo isto com a mesma calma desta gente, requer alguma persistência e bastante flexibilidade. Ajuda a cor das roupas, das casas, das lojas, da comida. Ajuda a simpatia e os amigos que se fazem facilmente pelo caminho. Ajuda a espiritualidade tão presente na dia-a-dia. Já os murros no estômago, que levamos a cada virar de esquina, não ajudam nada. Mas até a isso a mente, tão mais moldável do que aquilo que imaginamos, se consegue habituar... Vir à Índia é ver a vida exactamente como ela é. A vida é assim - a nossa também. Hoje limpa, leve, confortável, amanhã suja, pesada, desconfortável. Hoje novos, amanhã velhos, não há feio, nem bonito. Somos todos iguais. A diferença é que na Índia está tudo à vista, à flor da pele deste país mágico.

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