Viajar pela Índia pode não ser fácil para nós, mulheres, mas não tem necessariamente de ser difícil. Isto, se respeitarmos as regras do jogo – quer se concorde ou não com elas. E as regras são bem claras! Respeitar os costumes e agir como os locais, é meio caminho andado para que tudo corra bem – quer na Índia, quer em qualquer outro lugar do mundo. No entanto, há também que fazer adaptações à região para onde vamos: Ir para Goa ou Mumbai, por exemplo, é completamente diferente de ir para Dehli ou Himachal Pradesh. O estado de Goa está habituado a turistas, há imensa gente na praia de biquíni. Mumbai é muito mais desenvolvida, as Indianas mais jovens vestem-se com roupas ocidentais (ainda que nunca despidas como cá). Independentemente das regiões, existem regras básicas que vão ajudar qualquer mulher a sentir-se mais confortável a viajar na Índia e que vão diminuir a probabilidade de alguma coisa correr mal.
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Como partilhei por aqui, estive a passar alguns dias [maravilhosos] em São Miguel. Já tinha estado nesta, que é a maior das ilhas do arquipélago dos Açores, mas não tinha visitado nem metade (não aluguei carro da primeira vez, o que é indispensável para conhecer bem a ilha). São Miguel é uma imensidão incrível de verde (parece até que o verde é mais verde por lá). Vale mesmo a pena visitar. Desta vez, e graças à ajuda de algumas dicas que me deram no Facebook, encontrei vários restaurantes com opções vegetarianas – o que costuma sempre ser uma grande dificuldade.
Sempre que vou de férias, especialmente para fora da Europa, levo uma farmácia natural comigo. Acho que já não conseguia viajar sem ela (já foi muito necessária por diversas vezes). É uma farmácia simples, mas útil, tanto para crianças, como para adultos. Dá para usar nas situações mais comuns: gripe, diarreia, prisão de ventre, febre, vómitos, indisposição gástrica, queimaduras, etc etc