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8 Outubro, 2018

Sri Lanka: Roteiro para duas semanas #4

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Sri Lanka: Roteiro para duas semanas #4

Depois de Ella, segui para Polonnaruwa, onde dormi uma noite, e a seguir fui para Sirigiya, Dambulla e Anuradhapura. Alguns destes locais, confesso, não gostei muito. Tratam-se basicamente de ruínas, ruínas e mais ruínas… Talvez hoje tivesse procurado outras experiências e tivesse passado ao lado destes complexos, que ainda por cima são bem caros.

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Por Diana Chiu Baptista
3 Setembro, 2018

Sri Lanka: Roteiro para duas semanas #2

Viagens
Sri Lanka: Roteiro para duas semanas #2

Duas semanas no Sri Lanka não é muito tempo, mas já dá para ficar sentir o país e visitar diferentes partes da ilha. Muito importante: planear com antecedência, sem marcar os alojamentos (já que assim tem-se mais liberdade e há sempre onde ficar). Tal como expliquei no post anterior, eu considero que não fiz a rota ideal. Como fui sem preparar nada (para quem não sabe porquê, explico aqui), depois de Colombo fui para o Sul, com o propósito de passar alguns dias a relaxar ao sol e a planear as semanas seguintes em Mirissa. E foi o que fiz. Mas não deveria ter começado por aí – ou nem devia ter ido a Mirissa Beach, não achei nada de especial e no Sul em Agosto é a época das chuvas. Para além disso, mais à frente, apanhei uma greve dos comboios, o que fez com que não conseguisse fazer a mítica viagem de Kandy para Ella – dizem que é uma das mais bonitas do mundo. Mas já vamos a isso, para já, aqui fica a primeira parte do roteiro que fiz em duas semanas, no Sri Lanka.

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Por Diana Chiu Baptista
18 Junho, 2018

O que a Índia ensina #3: tudo demora exactamente o tempo que tem de demorar.

Viagens
O que a Índia ensina #3: tudo demora exactamente o tempo que tem de demorar.

Paciência. A Índia ensina-nos a ser pacientes. Ninguém sobrevive num país com 1.225 biliões de pessoas sem paciência. Ou por outra, sobrevive, sim, tal como nós sobrevivemos aqui, nos ditos países desenvolvidos. Mas não vive, realmente. Na Índia, é natural que uma viagem rotineira demore 5, 6, 10, 12 horas. E é banal ir numa viagem de camioneta com essa duração para regressar no mesmo dia, durante a noite.  E se for preciso, com um bebé ao colo. Ou dois, até.

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Por Diana Chiu Baptista
15 Junho, 2018

Índia Sul 2019

Viagens
Índia Sul 2019

A viagem de grupo à Índia Budista da Macro Viagens vai ficar completa a qualquer momento (para quem não sabe, a Macro Viagens é uma agência digital especialista em viagens de grupo realistas para a Índia fundada por mim e pelo meu marido no ano passado)! Entretanto temos outros dois programas para a Índia, para Sul, que estão inscrições abertas, mas já só para 2019 (os grupos de 2018 já estão esgotados). Um dos grupos é para o programa original (Índia Sul + Ashram) e o outro é para um novo programa (Índia Sul + Ayurveda) que incluí, em vez do Ashram, alguns dias num Centro de Retiros Ayurveda, com tratamentos, consultas, massagens, yoga,…

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Por Diana Chiu Baptista
24 Outubro, 2017

Depois da Tailândia, a Índia.

Viagens
Depois da Tailândia, a Índia.

Depois da Tailândia (aqui, aqui e aqui), a viagem continuou por mais duas semanas na Índia. E o diário, que tinha começado em Bangkok, com um post por dia no Facebook e no Instagram, continuou. Aqui encontram uma compilação de todos os posts que fui fazendo ao longo das últimas duas semanas, para ler ou reler. Dia 21 – Mumbai Mumbai parece ainda mais sujo e velho, depois da Tailândia. A minha memória deve ter apagado estrategicamente alguns detalhes e já não me recordava exatamente desta realidade. Os cães estão deitados pelo chão, sujos, magros, tristes, alguns magoados. Há gente a pedir, miserável, e há quem alugue crianças e bebés para ter mais sucesso nessa missão. Quanto mais magros e com mau aspecto, melhor. A maioria dos prédios parece que foi alvo de uma bomba, vidros partidos e paredes imundas. Tudo é usado, sujo, feio. 

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Por Diana Chiu Baptista
15 Outubro, 2017

Tailândia: a terceira (e última) semana.

Viagens
Tailândia: a terceira (e última) semana.

Dia 15 – Ao Nang  Nós queremos ficar mais morenas. Elas querem ficar mais brancas. Por cá, os cremes que prometem branquear a pele, vendem-se melhor do que pãezinhos quentes. Estão anunciados por toda a parte, nas lojas, nas revistas, na televisão, nos outdoors. As manequins são todas muito claras, pele branca leitosa, quase transparente. Na rua, as mulheres cobrem-se de roupa para o sol não lhes queimar a pele – pele escura é sinal de pobreza, de quem trabalha de sol a sol. Na praia, estão tapadas – muitas delas até vão à água completamente vestidas e usam uma toalha ou pano por baixo do chapéu, a fazer sombra dos lados do rosto, para não correrem nenhum risco. Já nós, usamos cremes que prometem um bronzeado mais intenso e duradouro, andamos quase desnudadas no Verão e passamos horas estendidas na toalha, a girá-la ao ritmo do sol. Bronzeado é cor de gente rica que tem dinheiro para ir de férias (então se for no Inverno, nem se fala), pele branca é cor de gente pobre que tem de trabalhar para lá do sol posto e até depois do sol se pôr. Estamos todas fartas de ouvir “aceita-te, ama-te como és, […]

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Por Diana Chiu Baptista
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Diana Chiu Baptista

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Acredito na Macrobiótica – que sigo desde que nasci - e estou a caminhar para uma vida cada vez mais consciente. Vivo em Portugal, mas identifico-me com a luz do Oriente, para onde viajo com frequência. Umas vezes em família, outras vezes em grupo, com leitores do blog que procuram experiências potencialmente transformadoras. Estas viagens de grupo, mais realistas do que turísticas, são organizadas pela agência Macro Viagens e são lideradas por mim e pelo meu marido.

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  • Temos mais um mês antes da chegada do próximo grupo que vai viajar com a @macro.viagens para a Índia. Um mês que seria, supostamente, para fazermos um retiro de silêncio no Centro Tushita e para, depois disso, finalizarmos o novo programa de viagem “Yoga e Ayurveda”.
Ficámos com muito trabalho pendente, o que não nos permite retirarmo-nos, pelo menos por agora; em Rishikesh há um surto de Dengue; no Sul ainda chove.
Então, para onde vamos? 
Decidimos ontem. Estamos agora no aeroporto.
O plano? De volta ao Sri Lanka!
🐘🌴🐒
•
[A impermanência pode ser maravilhosa. Pode mesmo ser o tempero da vida. Só depende de nós aceitarmos - ou não - que não controlamos nada. Nada, nada, nada. Nós não controlamos nada. Mas quanto mais julgarmos que o fazemos, mais vamos sofrer. Esse é um dos grandes ensinamentos da Índia: ninguém sabe como vai ser o momento seguinte, ninguém controla nada, mas está sempre tudo bem.]
  • Dukkha [o sofrimento] surge também quando a nossa mente toma algo - visível ou invisível - como permanente. Aqui - antes da montanha se manifestar como viva e vácua, rolando sob si mesma -, como agora, há uma sensação de continuidade estável. Ilusão. Tudo muda constantemente a cada instante, quer tenhamos, ou não, capacidade de entendimento para tal. É a natureza da realidade e nós somos parte integrante dela, não há separação. Não queremos morrer - nem sofrer! Mas vamos morrer - e sofrer! Daqui a uns anos, amanhã ou já neste instante. Prepararmo-nos para a morte, assim sendo, não deveria ser ‘A’ prioridade?! Nos momentos difíceis é fácil existir arrependimento por uma vida fútil ou insuficientemente profunda, nos fáceis adia-se a preparação. Até quando...?
  • Mais de 8 horas neste abrigo com uma fogueira alimentada a tábuas arrancadas de uma ponte que nos conduziu a uma remota aldeia nos Himalayas onde passámos 3 noites em casa de generosas famílias que nos receberam de braços abertos. Sem banho, nem roupa lavada, nem nada, imersos na vastidão da montanha, numa aldeia que poderia fazer parte de uma fábula. Vai ser difícil esquecer o som pavoroso das pedras e da terra a rolarem montanha a baixo e das buzinas dos carros que alertaram os outros aquando de alguns dos desmoronamentos. Espero que também não seja fácil esquecer todos os ensinamentos que daqui advieram. A viagem queria-se uma Peregrinação Budista, os ensinamentos teóricos e práticos não poderiam ter sido mais condizentes. Uma vida fácil amolece, estas situações são - ou podem ser - grandes mestres. 🏔 #Obrigada
•
P.S. Não há coincidências, o meu pior pesadelo dos sonhos maus de há anos, aconteceu. #Karma
  • Estou a fazer uma rota budista, organizada por mim e pelo @igorchiu, com o Paulo Borges. Estamos no local onde Buddha atingiu a iluminação, amanhã vamos para Varanasi e a seguir para os Himalayas. Belisquem-me pf.
•
Que eu saiba aproveitar esta oportunidade para meu benefício e de todos os outros Seres, sem qualquer excepção. ✨
  • É preciso um certo período de adaptação à Índia, mesmo vindo cá  vezes e vezes sem conta. Como depois, no regresso a casa, é novamente preciso algum tempo de readaptação à falta de todo este caos de gente, de veículos, de animais, de cores, de cheiros e (até) de lixo. Na Índia é tudo MUITO. Só o espaço livre é que é pouco. E andar no meio de tudo isto com a mesma calma desta gente, requer alguma persistência e bastante flexibilidade. Ajuda a cor das roupas, das casas, das lojas, da comida. Ajuda a simpatia e os amigos que se fazem facilmente pelo caminho. Ajuda a espiritualidade tão presente na dia-a-dia. Já os murros no estômago, que levamos a cada virar de esquina, não ajudam nada. Mas até a isso a mente, tão mais moldável do que aquilo que imaginamos, se consegue habituar... Vir à Índia é ver a vida exactamente como ela é. A vida é assim - a nossa também. Hoje limpa, leve, confortável, amanhã suja, pesada, desconfortável. Hoje novos, amanhã velhos, não há feio, nem bonito. Somos todos iguais. A diferença é que na Índia está tudo à vista, à flor da pele deste país mágico.

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