Na Índia aprendi que a noite é para dormir e o dia é para estarmos activos. Que não há melhor do que respeitar o ritmo da natureza, adaptar ao Inverno e ao Verão e ter um horário diário que comece com o nascer do dia e termine com o pôr do sol. Claro que já sabia tudo isto, toda a gente ouve desde pequenino dizer que “deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer”, certo? É do senso comum o quão é importante acompanharmos o ritmo da natureza. Mas daí até SABER mesmo a sério… Durante a maior parte da minha vida adulta, a minha hora de acordar foi sempre definida consoante as actividades do dia seguinte. Ou seja, se tinha de trabalhar às 9:00, por exemplo, punha o despertador para as 7:00 (15 minutos para sair da cama, 1 hora para banho, vestir e pequeno-almoço e 15 minutos para deslocações). E lá ia eu, sempre a correr, às vezes sem tempo para fazer a cama ou lavar a louça do pequeno-almoço antes de sair de casa, por estar atrasada.
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Uma peregrinação Budista à Índia, com ensinamentos e prática c/ Paulo Borges, é esta a próxima viagem da Macro Viagens (14 a 30 de Setembro 2018). E é a minha viagem de sonho, por todos os motivos. Nas últimas semanas estive a preparar o programa desta viagem tão especial, que lancei anteontem. E se quase não acreditei que seria possível contar com a presença do Paulo Borges, a verdade é que tudo convergiu auspiciosamente nesse sentido e… vai mesmo acontecer!
Tal como partilhei aqui no início de 2018, uma das minhas metas para este ano foi deixar por completo os poucos (achava eu) produtos de origem animal que ainda consumia. Desses produtos, faziam parte, acreditava eu, apenas queijo e ovos biológicos. Só que não. Para além de ingerir também alguns produtos de origem animal, sem pensar, escondidos em comidas não feitas por mim – natas, leite, manteiga e ovos não biológicos –, ainda existe todo um mundo de aditivos de origem animal, alguns deles – pasmem-se – usados em produtos de origem vegetal. Mas já lá vamos.